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Relato de viagem pela Nova Zelândia: Dias 37 e 38 - Auckland - parte 2

Auckland, Nova Zelândia: dicas de viagem

* Este post é o último de uma série de postagens super completa sobre a viagem de 38 dias dos amigos Rodrigo e Elis à Nova Zelândia. Veremos, nesta postagem, a conclusão desta longa viagem, quando retornaram à maior cidade do país, Auckland, e como foram os últimos passeios em terras kiwis. Para rever o que já foi publicado antes aqui no blog sobre esta mesma viagem, seguem todos os links:

Introdução
Dias 1 e 2 - Auckland
Dias 3 e 4 - Coromandel, Hobbiton, Hamilton
Dias 5 e 6 - Waitomo Caves e Rotorua
Dias 7 e 8 - Rotorua e Taupo
Dias 9 e 10 - Tongariro National Park
Dias 11, 12 e 13 - Wellington
Dias 14 e 15 - Kaikoura e Hanmer Springs
Dias 16 e 17 - Marborough e Nelson
Dia 18 - Abel Tasman National Park
Dias 19 e 20 - West Coast
Dias 21 e 22 - Haast Pass e Wanaka
Dias 23 e 24 - Queenstown e Glenorchy
Dias 24 e 25 - Queenstown e Arrowtown
Dias 26 e 27 - Southland
Dias 28 e 29 - Dunedin
Dias 30 e 31 - Monte Cook
Dias 32 e 33 - Lake Tekapo
Dias 34, 35 e 36 - Christchurch
Dias 37 e 38 - Auckland - parte 2


37º dia – 1º/novembro/2017 – retorno a Auckland – Sky Tower 


Acordamos cedo, embarcamos em um shuttle, que contratamos através do hotel onde estávamos, para fazer o transporte ao aeroporto de Christchurch. 

Decolamos rumo a Auckland, novamente voando pela ótima Air New Zealand, às 11 hs da manhã. 

Durante o voo, já sobrevoando a Ilha Norte, quase deu pra ver o Monte Taranaki, um belíssimo vulcão, que foi uma das atrações da NZ que não conhecemos. Estava coberto de nuvens; mas, em geral, é uma das atrações que se pode ver tanto do Tongariro como de avião, se o tempo estiver limpo. Chegamos de volta à grande metrópole kiwi por volta das 12:30 hs. 

Foi de certa forma estranho estar em Auckland de novo. Havia mais de 1 mês que havíamos passado por lá. Já dava pra dizer que estávamos retornando para matar saudades, mas na mesma viagem! 

Novamente, nos hospedamos por dois dias na casa de nossa amiga Andreza. Desta vez, fomos do aeroporto para a casa dela de Uber (um percurso de uns 20 km), e o deslocamento custou caro (uns 50 NZD). Foi aí que comecei a pensar na viabilidade de se alugar um carro, já que a diária custava uns 67 NZD. 

Em Auckland havia sol com algumas nuvens, mas não estava completamente nublado. 

Foi a chance de conhecermos a atração mais altamente (literalmente) esperada para a cidade, e que preferimos não ver na primeira passagem por causa do tempo que estava chuvoso. Andamos mais um pouco pela Queen Street, nesse dia.

Sky Tower


A Sky Tower fica localizada junto ao hotel e cassino no Skycity.

A torre, com 328 metros é a mais alta estrutura do hemisfério sul.

A Sky Tower vista a partir da Queen Street

A torre fica localizada na Victoria Street, rua que também cruza a Queen Street. Também há um I-Site de Auckland no local.

vídeo: chegando à Sky Tower

O acesso para a subida fica no subsolo. possuindo restaurante giratório, loja de souvenirs, e vista espetacular 360 graus da cidade.

vídeo: entrada para a Sky Tower

As 3 plataformas de observação são: Sky Deck (220 m de altura), Main Observation (186 m) e o Sky Cafe (182 m). 

A Sky Tower acabou sendo a nossa única grande atração do dia. Mas que atração! Uma vista linda, e um ótimo lugar que aproveitamos bastante, já em clima de despedida da Nova Zelândia.




Há uma parte com o chão de vidro temperado, que muitos temem atravessar.

O ambiente é agradável, tocando músicas boas, como as que ouvimos em toda a viagem pela NZ. 






Primeiros, fomos ao Sky Café, e depois passamos um bom tempo no observatório principal.

Foi possível ver o pôr do sol por lá.






No final, quase já esquecendo que havia um observatório mais alto ainda, fomos até lá.

Ficamos apreciando a vista por algumas horas, desde o final da tarde até o início da noite!






Dica: Há, ainda, a opção de se fazer uma janta lá em cima. Mas, neste caso, a subida seria agendada com hora marcada.

Na hora em que chegamos à base de acesso para subida, teríamos que definir isso.

Escolhemos não fazer isso, e subimos logo. Acabamos fazendo um lanche no café e gastando muito menos, curtindo a vista da mesma maneira.

38º dia – 02/novembro/2017 – passeio até Piha Beach 


Neste dia, aproveitamos para conhecer uma parte mais distante de Auckland, e aí resolvemos alugar um carro por um dia.

Ainda o aproveitaríamos para ir ao aeroporto no dia seguinte.

Voltamos, assim, na Thrifty e, novamente, nos entregaram um carro 0 km. Nota 10 para eles! Bem diferente da Britz!!!

Desta vez, um Holden (divisão australiana da GM) Tracker.


Estradas com estilo de aventura no nosso último dia na Nova Zelândia!

Waitakere Rangers Regional Park - Karekare Falls e Piha Beach


Aproveitamos o dia para ir a um local próximo de Auckland, este Parque Nacional.


Uma última trilha, como saidera da viagem!


Um dos destaques deste parque são as Karekare Falls (cachoeira localizada na parte ocidental do Parque, a uns 39 km do Centro de Auckland).

É um cenário bonito e um fácil acesso.



Após a cachoeira, fomos conhecer a Piha Beach, uma praia bem frequentada por surfistas, e que também é muito fotografada.

Pena que o tempo ficou muito nublado, tirando um pouco o destaque da região.



Após dar uma volta na região, voltamos para o local onde estávamos hospedados em Auckland.

Realmente, foi ótima a ideia de alugar um carro. 

Porém, me arrependo por não ter usado esse carro alugado mais um pouquinho. Se fosse hoje, eu teria voltado ao Devonport. Mas, depois de mais de 1 mês viajando, já estávamos um pouco cansados, e reduzimos um pouco o ritmo dos passeios.


Outras atrações interessantes em Auckland


Deixamos de ir a algumas atrações que estavam no roteiro, mas, assim como fizemos para Christchurch, vamos mencionar aqui, já que são boas atrações para ir em um futuro retorno à NZ: 

Maritime Museum 

Localizado no coração do Viaduct Harbour, o Maritime Museum é uma oportunidade para conhecer as diversas migrações pelo mar que deram origem ao povo neozelandês, desde os polinésios até histórias de importantes exploradores e velejadores europeus como Abel Tasman, capitão Thomas Cook e Sir Peter Blake. 

Museum of Transport and Technology 

O MOTAT é o maior e mais importante museu de transporte e tecnologia da Nova Zelândia, oferecendo aos visitantes uma experiência divertida, interativa e educacional. Destaque para a exposição de aviões antigos. Só deixamos de ir a este porque havíamos ido a um museu parecido em Christchurch. 

Kelly Tarlton´s Antarctic Encounter & Underwater World 

O Kelly Tarlton's é um misto de museu, aquário e mini parque temático. A Antártica é o ponto alto do lugar.

39º dia – 03/novembro/2017 – retorno para casa 


Neste dia, fomos com o carro para o aeroporto, onde o devolvemos. 

Neste último dia, indo para o aeroporto, tive a ideia maluca de querer dirigir pela Queen Street, mas não recomendo essa experiência, pois acho que é a via mais “agarrada” para se dirigir em toda a NZ! Muitos semáforos fechando, muitos cruzamentos.

A melhor coisa, para aquela região, é fazer a pé. Mas o carro é interessante para ver todo o resto da cidade, que é bem espalhada. 

No meio da tarde, embarcamos no voo que nos traria de volta ao Brasil, passando pelo Chile.

Impressões finais da viagem 


Ficaram muitas saudades da Aotearoa, Terra da Grande Nuvem Branca. Um país de belíssimas e variadas paisagens, em que os cenários mudam com deslocamentos relativamente pequenos, cidades pequenas e um povo muito simpático! 

Espero poder voltar um dia, talvez fazer um roteiro mais enxuto e combinado com a Austrália da próxima vez. 

Retornaria aos locais de maior destaque. 

Na Ilha Norte, gostaria de tentar atravessar de novo o Tongariro, nos meses mais quentes, para ver os lagos descongelados. 

Voltaria em Rotorua para curtir as opções de lazer. 

Espero poder ver Wellington com sol, o que não foi possível. 

Na Ilha Sul, espero poder ver uma Christchurch toda reconstruída.

Mas, acima de tudo, com certeza, voltaria às belezas naturais das regiões de Canterbury, realizar a travessia do Arthur’s Pass (que ficou faltando desta vez), e se deslumbrar com o visual incrível de Wanaka, Queenstown, Mount Cook e Lake Tekapo.

Estes lugares que citei foram, no meu ponto de vista, os destaques da viagem.

Acho que a Nova Zelândia merece pelo menos umas duas semanas, priorizando os lugares citados, com ênfase para a Ilha Sul.

Talvez esse nosso retorno futuro à NZ ainda demore muito tempo...ou talvez não, pois depois de escrever todo esse relato, a saudade bateu forte...

Mas, uma quantidade de 38 dias, acho que foi mesmo só nesta roadtrip, uma aventura inesquecível!

Veja outros posts já publicados desta série sobre a Nova Zelândia:


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Rodrigo S J

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