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Relato de viagem de motorhome pela Nova Zelândia: Dias 34, 35 e 36 - Christchurch

O que fazer em Christchurch, Nova Zelândia

* Este post é parte de uma série de postagens super completa sobre a viagem de 38 dias dos amigos Rodrigo e Elis à Nova Zelândia

Veremos, nesta postagem, os últimos 3 dias desta viagem na Ilha Sul, quando conheceram a sua maior cidade, Christchurch - lembrando que Christchurch foi o ponto onde iniciaram e também onde terminaram esse enorme percurso de aproximadamente 3700Km pela Ilha Sul

Para rever o que já foi publicado antes aqui no blog sobre esta viagem, seguem os links:

34º dia – 29/outubro/2017 – 1º dia em Christchurch


Iniciamos o dia no último camping pago em que ficamos, nesta viagem pela Ilha Sul, o Top 10 Holiday Park, de Christchurch.


os campings pagos, em geral, oferecem estas mesinhas ao lado das vagas para os motorhomes, onde podemos fazer o café da manhã ao ar livre

Air Force Museum of New Zealand



Aproveitamos este dia, ainda com o motorhome, e fomos ver este museu de aviões com entrada gratuita, que fica um pouco afastado do centro.








O Air Force Museum tem amplo estacionamento e apresenta mais de 30 aeronaves de várias épocas.

Christchurch Botanic Gardens


Já no meio da tarde, fomos conhecer parte do jardim botânico da cidade, localizado no meio de um parque ainda maior, o Hagley Park. 

Também há dois estacionamentos no jardim botânico de Christchurch. Paramos no estacionamento do lado norte.



O Botanic Gardens é um parque bem grande, e não chegamos a andar completamente nele no final deste dia. 

Voltamos ao Botanical Gardens para terminar de conhecê-lo, nos dias seguintes.


O parque tem algumas árvores imponentes!
uma bela escultura na entrada do jardim de rosas



É um espaço bem diversificado e que justifica uma das formas como Christchurch é conhecida: cidade jardim (Garden city). É atravessado pelo Avon River, que passa também pelo centro da cidade.

O Jardim Botânico de Christchurch também é também um dos Jardins Botânicos mais antigos do hemisfério sul.


Rio Avon delimitando o Christchurch Botanical Garden

Flores de todas as cores!

um lugar inspirador!
Outra forma de iniciar o passeio (esta através da cidade e não do estacionamento) é pela entrada principal ao lado do Museu de Canterbury (próximo ao I-Site da cidade).

Alguns destaques (a depender da estação) são o Central Rose Garden; as estufas (com destaque para a variedade de samambaias nativas da NZ), perto fica o visitor center, souvenir shop e café.

O Visitor Center, no centro do parque....
...tem até uma lojinha com vários itens de decoração





Neste primeiro passeio pelo Botanic Garden, andamos até a Peacock Fountain, um belo chafariz localizado perto da entrada para pedestres.


Peacock Fountain

Perto da entrada fica a curadoria do parque, onde há uma lanchonete.

Ao fim do dia, procuramos um local gratuito para passar a última noite com o motorhome, e o local que o aplicativo Campermate nos indicou era, desta vez, próximo a uma zona portuária, na pequena cidade vizinha de Lyttelton, que fica no início da península de Banks.

É curioso de notar a diferença do lugar, já que, enquanto Christchurch é toda em plano, e a península é montanhosa e faz com que passemos até por um túnel para chegar ao local.

Também próximo a esta localidade, fica a gondola de Christchurch  (até aqui eles têm um teleférico, e cujo tíquete pode ser comprado em conjunto com entradas para outras atrações da cidade), mas acabamos não indo lá nem entrando em outras atrações pagas em Christchurch.

Dormimos, então, em Lyttelton Boat Ramp.

É interessante que quando se quer um camping free, podemos estar preparados para todo tipo de surpresa, e também temos que estar dispostos para parar um pouco distante. Algumas vezes ficamos em locais bonitos e bem exclusivos, mas em outras, aparecem umas coisas inesperadas. Foi uma dose de emoção a mais nessa viagem que só o motorhome pode oferecer!

Vamos fazer retrospectiva apenas dos camping frees anteriores na Ilha Sul (mais detalhes nas postagens anteriores):

Kaikoura (de frente para uma praia com ondas!);

Hanmer Springs (no meio do mato);

Kaiteriteri (distante, no meio do mato e no alto de uma montanha);

Murchison (estacionamento de um hotel e lanchonete);

Haast (lugar isolado, próximo a um rio, num lugar com cara de ferro velho abandonado);

Wanaka (distante da cidade, cercado de montanhas);

Glenorchy (na beira do lago Wakatipu, lado norte, belo local!);

Queenstown (na beira do lago Wakatipu, lado sul, belíssimo local!);

Dunedin (do lado de um enorme gramado, bem no meio de uma cidade, primeira noite junto aos caminhões que traziam para a cidade uma espécie de feira hippie).

35º dia – 30/outubro/2017 – 2º dia em Christchurch


Devolução do motorhome - perrengue com a Britz

Acordando... hora de ir devolver o motorhome!

Iniciamos o dia levando o motorhome de volta ao RV Supercenter, local em que o pegamos, para fazer a devolução.

Foi um momento um pouco tenso com o pessoal da Britz, pois, depois de alguns problemas que tivemos no veículo, com perda considerável de tempo em Nelson e em Queenstown onde tivemos que levar para consertar, esperávamos que nos compensassem por isso. Isso foi feito, mas a proposta inicial da Britz foi de devolver apenas o valor correspondente a meia-diária.

Reclamei bastante, e fizemos um “barraco” no meio daquele povo do mundo inteiro que estava no salão onde a Britz recebe os clientes. Começamos a falar alto sobre os problemas do motorhome. 

Acho que eles se assustaram pois não têm ideia do que brasileiros são capazes quando estão nervosos!

Na mesma hora mudaram de ideia e resolveram restituir a gente com duas diárias. Achei justo e encerramos ali a história do motorhome.

Apesar de tudo, a experiência como um todo foi boa, e sentiremos saudades daquele trambolho que nos levou por 3700Km de estradas tão bonitas, nos permitindo estar tão perto da natureza!!!

O hotel


Pegamos um Uber e fomos para o nosso hotel. Ficamos hospedados no Southwark Apartments. É um hotel bem localizado, na região central, e também próximo a supermercados. 

Saímos imediatamente para andar e começar a conhecer a região central de Christchurch.

Christchurch street art


Como já mencionei, Christchurch é uma cidade renascendo de forma muito bonita após o terremoto. Em meio às reconstruções, estão sendo feitas muitas obras de arte. 

Há dezenas de belos e enormes murais em grafite, da mesma forma como em Dunedin. Este site contém um mapa interativo com os murais. 

A seguir, alguns deles:









O interessante é que além dos murais também há esculturas e obras de arte em meio a praças, ruas, e nas margens do Rio Avon!

Há indicação da localização das street arts em mapas que podem ser adquiridos no I-Site Information Center.

Nossa primeira caminhada foi andando pela Madras Street. No caminho, vimos as primeiras obras de arte a céu aberto na cidade.


A obra Passing Time, que vimos logo ao sair do hotel.

Uma obra de destaque dramático é a 185 White Chairs, na esquina com a Cashel Street, composta por cadeiras brancas diferentes, que simbolizam aqueles que faleceram na ocasião do terremoto.




Transitional Cathedral


Logo adiante, encontramos a Catedral de Papelão

Construída após o terremoto, por motivo da destruição causada à antiga catedral, esta igreja se destaca pela estrutura sustentada por tubos de papelão, e um belo vitral colorido na entrada.


A frente da catedral transitória


A catedral tem belos vitrais coloridos.
Surpreende pelo design clean e futurista, e pela leveza do seu ambiente interior. Mais uma verdadeira obra de arte!

Saímos de lá e continuamos rumo ao norte, até chegar ao rio Avon. Nesta parte, há uma torre memorial com as palavras Fé, Paz, Esperança, Caridade. Valores que ficam para zelar por um caminho de reconstrução. Seguindo por esta margem do rio, em direção a oeste, chegamos a um playground, que é um interessante espaço para famílias.

Margaret Mahy Family Playground


Este playground aberto ao público tem de tudo, muitos brinquedos interessantes e um piso emborrachado em uma área ampla, para as crianças brincarem ao ar livre.


Um playground muito interessante! Praticamente, mais uma obra de arte!

vídeo: Margaret Mahy Family Playground

Não resistimos e descemos em uma mini tirolesa que existe ali! Hora de voltar a ser criança!





Saímos na direção oeste, pela Armagh Street, e logo chegamos a uma rua bacana de Christchurch, a Regent Street.

Regent Street


É um dos locais onde o bondinho passa. Esta pequena rua, turística e com lojas de souvenirs, é conhecida como uma das mais bonitas da Nova Zelândia.






Em seu segmento, do lado sul, o bondinho passa por uma parte coberta, é o shopping Cathedral Junction.


O bondinho também passa por dentro dessa galeria, onde há lojinhas de souvenirs

A Regent Street é o único conjunto de edificações históricas intacto de Christchurch. Interessante que os seus prédios são todos em estilo arquitetônico espanhol e com cores pastéis.

Christchurch Tram


Christchurch também é conhecida por ter seu bondinho vintage circulando pelo centro da cidade. 

Depois do terremoto, ele foi desativado por um bom tempo para reparos nos trilhos e ruas por onde passava, mas já voltou à ativa. Mais um ponto que confere um charme especial a Christchurch!


Há várias formas de conhecer a cidade. Fizemos tudo a pé mesmo. Mas a mais charmosa talvez seja mesmo o bondinho histórico!

Há até opção de bondinho com restaurante!

Não fizemos o passeio dentro do bondinho, mas foi super atrativo tirar fotos dele toda vez em que passava nas ruas onde estávamos.

Saímos pela Worcester Street, e, logo do lado oeste, chegamos ao ponto central da cidade, a antiga catedral, localizada na Cathedral Square.

Cathedral Square


A antiga catedral, concluída em 1904, era o prédio símbolo de Christchurch, e ainda mantém a sua imponência apesar de parcialmente destruída.


Antiga foto da catedral, que tirei de um quadro que havia no hotel onde ficamos

A situação da catedral quando a visitamos. O terreno ficou cercado, em estado de abandono, e cheio de mato. No entanto, há projetos para reconstruí-la.

A praça na frente da catedral permanece.

O terremoto acabou justamente com a fachada da frente da igreja e sua torre.

Quando passamos, estava fechada para visitação, dentro de um terreno cercado e com mato crescendo ao redor. Não ficamos sabendo se lutarão para realizar o reparo da estrutura ou se a demolirão. No hotel havia quadros com a foto da catedral antes do terremoto. Torço para que consigam recuperá-la na forma como era!

A estátua em frente da catedral é de John Robert Godley, reconhecido como o fundador de Christchurch, e está na praça desde 1867.

Chalice Sculpture


Ao lado da Catedral também há o Chalice, uma belíssima escultura, de Neil Dawson, artista de nível internacional nascido em Christchurch.



A obra foi feita em comemoração ao milênio e também ao 150º aniversário de Christchurch, que é um cone de metal, com 18 metros de altura, com formas que representam as folhas de árvores nativas que cresciam anteriormente na área da cidade.

Seguimos o nosso passeio pela Worcester Boulevard, na direção oeste, e logo chegamos a uma galeria de arte bem interessante.

Christchurch Art Gallery


De entrada gratuita, a Galeria de Arte de Christchurch é bem ampla e já chama a atenção por fora, pela arquitetura do prédio, bem moderna. 

Entramos nela num bom momento, já que estava muito quente para andar pelas ruas de Christchurch nesta tarde!




Aqui também vimos ovelhas! Em pintura, pelo menos!


O prédio da galeria de arte é bem moderno.

Do lado de fora, esta bela escultura do touro sobre o piano!

A galeria tem belos quadros no andar superior, e algumas obras em arte moderna que são interessantes. 

Vimos uma exposição temporária, no térreo, com obras feitas em alumínio. Do lado de fora da galeria, um destaque vai para a escultura do touro sobre o piano!

Após sairmos do museu, na hora em que fechou (17hs), ainda estava cedo, muito sol. 

Andamos mais um pouco pela cidade, apreciando algumas obras de arte que existem ali, pelos arredores, mesmo não tendo mais ninguém nas ruas.

Obras de arte onde menos imaginamos...quem reparou naquela mão pairando acima da galeria de arte???

Victoria Square


Tentamos, neste dia, conhecer a Victoria Square, onde é possível ver também as estátuas da Rainha Victoria e do Capitão Cook, desbravador da Nova Zelândia. 

É um lugar bonito, cheio de árvores, cortado pelo rio Avon. 

Destaque, do outro lado do rio, para o Floral Clock, mas a praça estava em obras, então não conseguimos ver.

Passamos, ainda, em frente ao Casino de Christchurch e procuramos mais obras de arte e murais pelas ruas antes de voltarmos ao hotel para descansar.


uma cidade para se curtir andando bastante... esse sofá gigante tem a textura que lembra um gramado..... Bom para sentar e descansar um pouco.


36º dia – 31/outubro/2017 – 3º dia em Christchurch


Começamos o último dia em Christichurch com o objetivo de conhecer o restante da região central da cidade. 

Iniciamos andando pela Cashel Street em direção oeste. 

Próximo ao Rio Avon há duas atrações: o Container Mall e a Bridge of Remembrance.

Container Mall


O Container Mall, originalmente chamado Re: Start Mall, é um shopping a céu aberto, e que tem as lojas abrigadas em containers.

Foi aberto em 29 de outubro de 2011 como solução do comércio local após o terremoto.

Como muitas lojas foram destruídas e muitos prédios foram evacuados com o terremoto de 2011, a solução que a cidade encontrou para que o comércio não morresse foi a criação de lojas dentro de containers, algo bastante criativo e divertido, com suas lojas coloridas.





O espaço se consolidou e hoje é um ótimo local, além da Regent Street, para encontrar souvenirs de Christchurch, além de haver lanchonetes. 

O problema, como quase tudo na NZ, é que tudo fecha cedo.

Bridge of Remembrance


A Bridge of Remembrance é uma ponte que apresenta, em um de seus lados, um belo arco de pedra com adornos é uma homenagem àqueles que combateram durante a Primeira Guerra Mundial, uma peça maravilhosa de História.



Neste ponto, desviamos o nosso caminho para seguir o curso do rio na direção norte. 

Continuamos seguindo para oeste na Worcester Boulevard.


No caminho, próximo das margens do Rio Avon, mais obras de arte, como esta casa de tijolos de vidro.

Esta obra de arte fica ainda mais bonita de noite, quando acesa com luzes coloridas!
Chegamos, assim, ao I-Site de Christchurch.

I-Site Visitor Center


O Visitor Center da cidade fica situado em um belo complexo de prédios de pedra, da arquitetura original de Christchurch, e que ainda estavam em restauração pós terremoto.



The Arts Centre


Um pouco adiante está o The Arts Centre, que conta com várias programações.


The Arts Center - o local conta com um agradável pátio interno. Havia lá uma exposição sobre Rutherford, pai do modelo atômico mais famoso.

A nota de 100 dólares também faz uma homenagem a Rutherford

Também apresentava uma exposição sobre Ernest Rutherford, famoso neozelandês que é considerado o pai da física nuclear. Paramos no local para fazer um lanche. 

Saímos de lá, e andamos alguns poucos metros para ver o principal museu da cidade.

Canterbury Museum


O Canterbury Museum, de entrada gratuita, encontra-se na entrada do Botanic Gardens, dentro de um lindo prédio em estilo neo-gótico escocês, onde uma coleção sobre a história da Nova Zelândia, desde o povo maori até os dias atuais pode ser vista permanentemente. 

Trata-se de um museu espetacular, um dos melhores da NZ!


Esta é a entrada para o Museu, bem ao lado da entrada para o Botanical Garden.

Uma exposição muito interessante do museu, que existe por lá desde julho de 2008, é a Paua Shell House

Trata-se da reprodução da casa do casal Fred e Myrtle (falecidos em 2000 e 2001), que viviam na cidade de Bluff, no extremo sul da Ilha Sul da NZ. 

A peculiaridade é que o casal decorou inteiramente as paredes da casa com uma concha típica daquela região, que, polida, torna-se a famosa Paua Shell, um material também conhecido como abalone, bastante reluzente em tons azul, prata e verde. 

A concha pode ser encontrada como souvenir na lojinha do museu e em outros pontos da cidade que vendem souvenirs.


Paua Shell House


No interior, há fotos do casal que criou esta belíssima decoração!

Em seguida, vimos uma bonita exposição dedicada às artes asiáticas, e depois outra com veículos de exploração da Antártica. 

Muito legal!



antigo veículo de exploração da Antártica.

Outra exposição que se destacou dentre o rico acervo do museu, foi a Christchurch Street, que compreende vários corredores que imitam as ruas com as atividades típicas da cidade no século XIX. 






Juntamente, há exposições de porcelanas de época muito bonitas!

Passeio de Gôndolas pelo Avon River


Após a visita ao museu, voltamos ao Jardim Botânico para ver o que não tínhamos conseguido conhecer dois dias antes. 

Ao voltar para a cidade, passamos pelas margens do Rio Avon, e avistamos algumas gôndolas que fazem um passeio pelo rio, tais como aquelas de Veneza.




São mais uma atração que conferem um charme especial à cidade, e os passeios partem e terminam do Punting On The Avon River

Acabamos não fazendo o passeio, mas fica anotado como uma dica para um retorno um dia.

C1 Expresso


Uma boa dica para fazer um lanche em Christchurch, de uma forma criativa e até artística, como quase tudo o que vimos na cidade, é ir a esta lanchonete, estabelecida no belo prédio em art decó onde funcionava o escritório dos correios.


O bonito prédio onde fica esta cafeteria!

Da mesma forma que o Fergburger (em Queenstown) corresponde à energia jovem daquele local; aqui, a C1 Expresso corresponde à vanguarda artística e criativa de Christchurch!

O destaque, aqui, é a forma como vem o sanduíche. Ele sai da cozinha dentro de um cilindro que é enviado por tubos, bem rápido, movido a propulsão por ar comprimido, até descer bem ao lado da mesa onde estamos. O lanche é composto por 3 mini-burgers e batatinhas fritas. Os sanduíches são gostosos, mas bem pequeninos e um pouco caros. 

Mas com certeza, estando em Christchurch, vale a pena, para viver esta experiência diferente!


a lanchonete tem diversas tubulações no teto - o lanche vem da cozinha, passando rapidamente por ali, até chegar na sua mesa - muito criativo, e futurista até!

vídeo: recebendo hambúrguer de forma inovadora!


vídeo: abrindo a cápsula


Esta é a nossa cápsula, com 3 mini burguers e batatas fritas!


Sentiu sede? Olha o formato do bebedor! Pura criatividade!
E depois, de lanchar de um jeito assim, que tal também ir dançar de um modo diferente?

Dance-O-Mat


O Dance-O-Mat fica bem próximo da antiga Cathedral (lado norte), em um terreno localizado na Gloucester Street.

Sendo Christchurch uma cidade bastante fértil para ideias criativas e artísticas, o Dance-o-Mat foi um projeto desenvolvido desde fevereiro de 2012 para suprir a perda de muitos estúdios de dança e espaços de performance artística após o terremoto. 

Acabou criando uma experiência única, de possibilitar às pessoas compartilhar a experiência de dançar ao ar livre, com a música que escolhessem, e certamente já proporcionou muitos sorrisos. Segundo o site dos desenvolvedores, até o Príncipe Charles já dançou aqui!

Funciona assim: Há uma máquina de lavar adaptada, que recebe moedinhas de 2 dólares. 

Ao inserir, basta plugar algum dispositivo que toque música. Eu usei o meu celular, acessando uma trilha no Youtube. As 4 caixas de som ao redor da pista garantem a diversão por meia hora!

Uma pista de dança bem no meio da cidade e que pode ser só sua? Só em Christchurch mesmo!

A máquina de lavar que é onde a gente põe o som pra tocar.
O volume do som é fixo (só dá pra aumentar ou diminuir no seu dispositivo que toca música), e tem umas luzes para iluminar a pista (são brancas, eu imaginava que ia dar pra trocar de cor). 

Gostei muito, como dá pra conferir no vídeo a seguir.

vídeo mostrando o funcionamento do Dance-o-Mat, com Legião Urbana!


Foi muito legal, depois de tanto tempo longe de casa, poder ouvir uma boa música brasileira tocando ao ar livre em plena NZ! 

Acabou sendo, também, de certa forma, nossa despedida da Ilha Sul e da fantástica cidade de Christchurch.

Impressões finais e outras atrações


Christchurch nos deixou uma ótima impressão. 

Certamente, no dia em que eu voltar à NZ, vou ter um interesse especial de voltar lá, não apenas por saudades, mas também para ver o que aquela cidade em tão bela reconstrução vai se tornar, e o que mais de surpreendente vai nos reservar!

Ainda há duas outras atrações (pagas), que acabamos não vendo, mas valem a pena ser citadas, pois parecem ser interessantes para famílias, como o zoológico Orana Wildlife Park , em que se pode ver os bichos em ambientes livres em que, algumas vezes, os visitantes é que ficam dentro de uma gaiola, e o International Antarctic Center sobre as explorações na Antártica, o que deve expandir bastante sobre o que já pudemos ver sobre o assunto, no museu de Canterbury. 

Na próxima postagem, teremos o capítulo final desta grande viagem pela Nova Zelândia. 

Voltaremos a Auckland, nosso ponto de partida, para fazer mais alguns passeios e ter uma vista fantástica da cidade do alto da Sky Tower!

Veja outros posts já publicados desta série sobre a Nova Zelândia:

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Rodrigo S J

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