22 de maio de 2016

Córdoba e arredores, na Argentina - como chegar, onde ficar, comer e comprar, com nosso orçamento detalhado (e como se virar com a 'policia caminera')

A cidade argentina de Córdoba foi a última que visitamos em janeiro de 2016, durante a nossa longa viagem de carro pelo norte da Argentina e Atacama, no Chile.

Saímos de Mendoza no dia 6 de janeiro e, depois de 672Km de estrada e de um 'passeiozinho' por Villa Carlos Paz, chegamos à linda capital da Província de Córdoba

Ficamos 2 noites na cidade e tivemos que voltar às pressas ao Brasil, fazendo 1300Km em um dia longuíssimo na estrada, passando por Rosário e atravessando o Uruguai de ponta a ponta.  


Neste post, vou contar em detalhes como fomos de Mendoza até Córdoba, onde nos hospedamos lá, onde comemos, onde fazer compras, nosso orçamento e como voltamos de Córdoba ao Brasil - como "extra", conto ainda de várias abordagens da 'policia caminera', a famosa polícia rodoviária argentina



No próximo post, estão detalhados os passeios que fizemos em Córdoba - e também os que gostaríamos de ter feito, se tivéssemos mais tempo na cidade! Leia tudo clicando aqui

Não deixe de ler também sobre o nosso passeio preferido na cidade: Palácio Ferreyra

Vamos lá?



Roteiro

* Dia 6/1 (4ª) Mendoza - Villa Carlos Paz - Córdoba: 672Km, 7h40min no Google Maps - Interplaza Hotel 


* Dia 7/1 (5ª) Córdoba - Interplaza Hotel 



* Dia 8/1 (6ª) Córdoba - Jaguarão (casa): 1300Km



Diário de bordo



Saímos de Mendoza às 9:50am em direção a Córdoba. São 672Km

Fomos pela RN 7 até San Luis, capital da província de mesmo nome. 

Abastecemos 500 pesos arg = 34,2l = 13,75 pesos/l.

Já na Província de San Luis, passamos por um pedágio com barreira sanitária de salgados 35 pesos.

Depois ainda passamos por outros 2 pedágios de 15 pesos. 

Passamos também por 2 controles policiais, sem nenhuma abordagem. 

Paramos na capital para almoçar no San Luis Shopping (210 pesos). 

Seguimos viagem a 1pm.

Sorveteria Freddo no San Luis Shopping



Serras Centrais

Depois de San Luis, nós pegamos as Rutas 20 e 148 até Villa Dolores.

Abastecemos em Villa de Las Rosas (200 pesos arg = 12,7l = 15,75 pesos/l).

Depois de Villa de Las Rosas, a estrada continua muito tempo passando por dentro de pequenos vilarejos. 

Passamos por Nono, povoado famoso por seu Museo Rocsen, e logo chegamos à serra.

Essa estrada, a Ruta Nacional 20, a sudoeste de Córdoba, no Valle de Traslasierra, é chamada Nuevo Camino de las Altas Cumbres

Nesta parte da Província de Córdoba - nas Serras Centrais - ficam as 5 missões jesuíticas que foram declaradas Patrimônio da Humanidade pela UNESCO e fazem a fama da região. 

Subimos uma serra enorme, muito rochosa, passando por dentro do Parque Nacional Quebrada del Condorito, ponto de nidificação de condores e de treinamento de voo dos filhotes.

Passamos por "dentro das nuvens", como disse o Lipe, mas não vimos nenhum condor.


Villa Carlos Paz

Depois descemos a serra em direção à Villa Carlos Paz

Abastecemos 710 pesos arg = 45,6l = 15,57 pesos/l.

Achei Villa Carlos Paz o 'ó' da porcaria.

Além de ser um lugar assim...digamos...cafonérrimo, na minha opinião, com pedalinhos feiosos num lago artificial sem grandes atrativos estéticos, um relógio-cuco gigante e coisas do gênero, ainda é uma cidade grande, feiosa, cheia de trânsito e de semáforos sempre fechados, poluída...sei lá, não me agradou em nada.


E, para piorar, pela primeira vez na viagem, esquecemos de ligar o farol baixo e um guarda municipal de trânsito nos abordou e nos deu uma multa! Honestamente, sem querer tirar o corpo fora, achei uma idiotice :(

É a lei, eu sei, mas, sendo estrangeiros, acho que uma advertência bastaria e seria bem mais didático.

Ora, não cometemos nenhuma infração grave de trânsito, e explicamos que a lei é diferente no Brasil e que simplesmente não estamos acostumados a rodar dentro das cidades com o farol baixo aceso.

Do que adianta, afinal, ele multar brasileiros? Vocês conhecem algum argentino que tenha de fato pago uma multa aplicada no Brasil??

Pelo menos ele (aparentemente) não tentou nos extorquir uma propina, e nos disse que temos 10 dias para recorrer...

E porque eu disse que "aparentemente" ele não tentou nos extorquir uma propina? Por que, lá pelas tantas, quando nós dissemos que não tínhamos pesos suficientes para pagar a multa naquele momento, ele alegou que podíamos pagar em reais (!!!) - e isso eu definitivamente achei muito estranho!

Alguém aí sabe dizer se realmente seria possível pagar uma multa de trânsito municipal no interiorzão da Argentina com reais?

E outra coisa 'mucho' estranha: quando dissemos que não íamos pagar para ele, que íamos usar o prazo do recurso e tal, ele insistiu que, se não pagássemos imediatamente para ele, o valor da multa seria bem maior.

Isso pode até ser verdade (na Nova Zelândia, por exemplo, ganhamos um bom "desconto" por pagar uma multa de estacionamento irregular de imediato na Prefeitura de Queenstown) - não me informei sobre isso - mas achei tudo muito 'sospechoso'! 

Quase na chegada em Córdoba, outro pedágio de 15 pesos.


Onde dormir - Interplaza Hotel

Como a viagem estava terminando e tínhamos um dinheiro sobrando ainda, além do fato de termos rodado quase 700Km neste dia, chegamos em Córdoba achando que nós merecíamos um hotelzinho bacana, bem localizado, com estacionamento, wifi, café da manhã e piscina incluídos no pacote. 

Depois de uma rápida pesquisa no Booking com esses filtros, a opção mais barata e mais bem avaliada que apareceu foi o Interplaza Hotel, e seguimos imediatamente para lá. 

O Hotel Interplaza Córdoba realmente oferece tudo isso - diferente dos outros bons hotéis do centro que, quase sem exceção, cobram salgadas taxas de estacionamento à parte - mas é um hotel bem decadente, que deve ter tido seu auge lá pela década de 90 e desde então não viu nenhuma reforma ou modernização.


Localização

A localização é realmente excelente - não é por nada que esse é o item mais bem avaliado pelos hóspedes no Booking.

O hotel fica na rua San Jerónimo, 137, na Plaza San Martín (a principal), a uma quadra da Catedral de Córdoba, no miolo do centro histórico, perto de todas as principais atrações da cidade, lojas e restaurantes.

Não tiramos o carro da garagem.

vista do nosso quarto, em pleno centro histórico de Córdoba

Quarto

O quarto no 4° andar era de bom tamanho, com 3 camas de solteiro, armário com frigobar (vazio) e cofre, mesinha com cadeira, poltrona, tv de tela plana com canais a cabo, ar condicionado (gelado!), telefone, mesinha de cabeceira e luzes de leitura. 

Os 'poréns' são apenas o piso de carpete não muito limpo (carpete já é uma coisa não muito higiênica, e manchado dá uma impressão pior ainda, né?) e a limpeza geral.

Nada que fosse nojento, mas uma poeira básica.

Os lençóis e toalhas eram branquinhos e bons. 

O banheiro era bom, com 'amenities' básicas e secador de cabelo.

O chuveiro era ótimo, daqueles que massageiam, de tanta água quente que jorram.




Café da manhã

O café da manhã era muito bom, com café, leite, chá, 2 tipos de iogurte, cereais, sucos de laranja e de maçã, pães de forma (branco e preto), 'galletas', croissants doces e salgados, pãezinhos doces, pasta frola, salada de frutas e frutas variadas, presunto e queijo, doce de leite, requeijão, geléias, manteiga, etc.







Estrutura de lazer

O que de fato valeu a pena nesse hotel foi a estrutura de lazer que ele oferece: mini-cinema que passa filme infantil todos os dias; ateliê de pintura para crianças; piscina (razoavelmente limpa e agradável); academia e área de jogos para os pequenos viajantes com pimbolim, minigolfe, ringue de boxe, ping-pong e quadra de futebol. 

O wifi funciona bem - só é meio chato porque frequentemente tem que colocar a senha de novo e na área da piscina não funcionou.








Preço

Pagamos 2.300 pesos por 2 noites - foi o hotel mais caro da nossa viagem e esteve longe de estar entre os melhores.

Esse é o preço 'de tabela' deles e não houve qualquer desconto especial para o pequeno viajante.

Para ver os preços na data da sua viagem e saber mais, clique aqui: Interplaza Hotel.




Também achamos uma boa opção de hospedagem em Córdoba o Windsor Hotel & Tower, mas ficava mais caro, pois o estacionamento não era incluído.


 Onde comer

Fomos jantar na 'confitería' El Ruedo, exatamente atrás da Catedral.

Tem wifi, a localização é excelente, o atendimento bom e a comida estava muito boa.

Pagamos 395 pesos com gorjeta e comemos pizza de rúcula com presunto cru, 'hamburguesa al plato' e frango assado com purê. Com cerveja.

Recomendamos.




No centro tem 2 McDonald's (que nós vimos), e um monte de bons lugarzinhos para comer 'empanadas'. 

Destes, nosso preferido foi o La Alameda, no calçadão da rua Obispo Trejo, 170.

As 'empanadas criollas' e árabes a 10 pesos ali são um verdadeiro achado. Tanto que fomos lá 2 vezes e ainda encomendamos uma dúzia para ir comendo na viagem de volta para casa!


amigos israelenses em Córdoba

Também vi uma filial das Medialunas Calentitas de Punta del Este nos arredores da Avenida Hipólito Yrigoyen - para quem não conhece, vale a pena experimentar. 

E um outro café que nos recomendaram foi o Sorocabana, na praça San Martín - ficava bem defronte o Interplaza Hotel.



Onde comprar

Quem gosta de comprar produtos de beleza a bons preços, deve fazer uma visita a uma Farmacity.

É uma rede de farmácias famosa no país, que tem várias filiais em cidades grandes como Córdoba, Mendoza e Buenos Aires - é uma equivalente à 'Walgreens argentina', eu diria.


Visitei também o Patio Olmos, um shopping comum num prédio lindo no meio da cidade, na Plaza Vélez Sársfield.



Vimos uma feirinha de rua muito xubreguinha na rua que passa ao lado da Iglesia de la Compañía de Jesús

As calles peatonales (calçadões) no centro histórico também são cheias de lojas.

Leia também sobre os melhores passeios em Córdoba.


Voltando para casa

Como fomos convidados a participar do programa Encontro com Fátima Bernardes, na TV Globo, acabamos encurtando a nossa viagem em 2 dias - para chegar a tempo da gravação no Rio de Janeiro e, com isso, tivemos que cortar um dia que ficaríamos em Córdoba.

Para ler sobre os 'bastidores' da nossa participação no programa da Rede Globo, clique aqui.

Mais que isso, com o "encurtamento" da viagem em 2 dias, além de cortarmos um dia em Córdoba, tivemos que cortar também um dia no caminho de volta de Córdoba para Jaguarão - RS.

O trajeto de 1300Km - que faríamos em 2 longos dias de 650Km cada - teve que ser feito em 1 dia só, de 14hs de estrada, puxadíssimo. 

Saímos de Córdoba às 8am, depois de um bom café da manhã no Interplaza Hotel.


De Córdoba a Rosário

Mas já começamos fazendo M, indo pelo GPS, que nos mandou na direção de Santa Fé.

Depois de rodarmos 50Km em 1h, por aquelas estradinhas horríveis que vão atravessando cidadezinhas e parando em todas as sinaleiras, nos irritamos e resolvemos pegar outra estrada, em direção a Rosário, essa sim uma 'freeway', com limite de velocidade de 130Km/h.

Aí sim, a coisa deslanchou, mas já tínhamos perdido um tempão e ainda tivemos que rodar uns 80Km a mais para acertar a estrada, que raiva - como se os previstos 1220Km já não fossem suficientes!!!

É como eu sempre digo...o Peg ama aquela mulherzinha do GPS, mas não dá pra confiar cegamente nela, porque a safada às vezes nos mete em cada fria...

Então, resumindo, o caminho bom entre Córdoba e Rosário é pela Ruta Nacional 9

Passamos por 2 pedágios e uma fiscalização policial em que nos abordaram e perguntaram apenas se o Lipe estava de cinto de segurança no banco traseiro. Como ele estava - óbvio - nos mandaram seguir em frente. 

Abastecemos 700 pesos arg = 45l = 15,57 pesos/l.


Rosário

Paramos em Rosário para almoçar rapidamente num McDonald's no centro da cidade. 

Rosário, pelo que vimos, é uma cidade linda, bem arborizada, grande e toda asfaltada, com algumas avenidas largas e um parque enorme - Parque Independencia - com pracinha e parque de diversões, além de diversos museus.

Foi lá que nasceram a bandeira argentina e também Che Guevara e Lionel Messi, e a cidade e os 'rosarinos' se orgulham muito dos seus filhos mais famosos. 

Em Rosário cruzamos novamente o Rio Paraná, que já havíamos cruzado entre Corrientes e Resistência, na viagem de ida, no nosso primeiro dia na Argentina.

Assim como em Corrientes, em Rosário há uma linda ponte que atravessa esse que, com 4.000Km, é o segundo maior rio do continente americano (só perde para o Amazonas, claro!). 

Depois de Rosário, seguimos por um longo trecho de campos alagados pelo Rio Paraná e o Lipe curtiu ver as vacas 'alagadas', pastando dentro d'água com água pelo pescoço!






'Policia caminera'

Um pouco mais adiante, em Victoria, na Província de Entre Ríos, um policial da 'caminera' nos abordou e pediu carteira de motorista, carta verde e documento de propriedade do veículo.

Quando viu que o veículo estava no meu nome, pediu pra ver minha identidade também. Depois perguntou pelo 'corta-fuego' (extintor de incêndio), nós mostramos e ele nos mandou embora. Mais educado, seria impossível. 

Achei importante ressaltar isso porque, como no Brasil o extintor de incêndio não é mais equipamento de porte obrigatório no veículo, algumas pessoas podem esquecer dele, e foi justamente uma das únicas coisas que nos foram solicitadas. 

Passando Nogoyá, nova abordagem da polícia 'caminera' num posto policial, e desta vez ele só perguntou de onde viemos e para onde íamos. 

Mais adiante, nova abordagem, desta vez em Rosario del Tala. Impressionante o número de abordagens na Província de Entre Ríos, comparativamente com o resto da Argentina. Muita atenção ao dirigir nessa província.

Para ver quais os documentos necessários e os itens obrigatórios e opcionais para o carro numa viagem pela Argentina, clique aqui:

como planejar uma viagem econômica e independente ao Atacama e Norte da Argentina em 10 passos

Abastecemos a gasolina mais cara da viagem nesse trecho: 300 pesos arg = 14l = 20,90 pesos/l. Não deixe para abastecer ali :(

Mais adiante encontramos gasolina mais barata e abastecemos de novo (550 pesos arg = 35,5l = 15,50 pesos/l).


Fronteira entre Argentina e Uruguai


A fronteira fica entre Colón (Argentina) e Paysandu (Uruguai), pela Ponte General Artigas, sobre o Rio Uruguai.

A bem da verdade, o controle é unificado e é todo feito em território uruguaio.

Pagamos o pedágio abusivo ao fim da ponte, de 130 pesos argentinos (R$ 35,00!!), passamos pelo controle sanitário (não nos revistaram), e depois pela imigração, onde nos pediram apenas passaportes com a entrada na Argentina e documento do veículo.

Chegamos lá às 4:20pm.

Depois disso, foi só atravessar o Uruguai de ponta a ponta e, às 10pm, depois de 14hs de estrada, estávamos chegando de volta à nossa casinha, com mais 8.808Km no currículo de 'roadtrips' do Lipe! Saímos de casa com o odômetro marcando 48.392Km e voltamos com 57.200.



Leia aqui sobre a nossa viagem de ida, quando atravessamos o Uruguai rumo às Termas de Dayman e Argentina.

Para ler sobre a ocasião em que cruzamos a fronteira em Salto, no Uruguai, a caminho de Salta, na Argentina, e a nossa travessia do Chaco, clique aqui

E, para ajudar no seu planejamento de viagem, veja este post:






Orçamento


Sobraram 2.750 pesos argentinos (que vamos trocar por pesos uruguaios em Punta del Este).

Se tivéssemos ficado mais um dia em Córdoba, como havíamos planejado, o dinheiro teria dado bem certinho - isso é o que eu chamo de saber planejar os gastos de uma viagem, hein, hein? E não usamos o cartão de crédito nem uma vez! :)

Nossos gastos detalhados desde que saímos de Mendoza:

* gasolina - 500 pesos
* pedágio - 35 pesos
* almoço San Luis - 210 pesos

* pedágio - 15 pesos

* pedágio - 15 pesos
* gasolina - 200 pesos
* gasolina - 710 pesos
* pedágio - 15 pesos
* jantar Córdoba - 395 pesos
* hotel Córdoba - 2.300 pesos (2 noites)
* pistolas de água - 84 pesos
* almoço Córdoba - 200 pesos
* milho pros pombos - 7 pesos
* janta Córdoba - 295 pesos
* lanche Córdoba - 60 pesos
* táxi - 30 pesos
* pedágio - 15 pesos 
* pedágio - 10 pesos
* gasolina - 700 pesos
* almoço Rosario - 394 pesos
* pedágio - 9 pesos
* pedágio - 10 pesos
* gasolina - 300 pesos 
* gasolina - 550 pesos
* pedágio - 130 pesos
* pedágio - 70 pesos uruguaios
* gasolina - 1.500 pesos uruguaios

* picolés - 90 pesos uruguaios

Para ver nossos gastos em Mendoza, clique aqui.

Para ver o orçamento detalhado da viagem inteira - 28 dias entre Uruguai, Argentina, Chile e Bolívia, clique aqui.


E você, já esteve em Córdoba, na Argentina? Onde se hospedou? Conte para a gente, deixe a sua dica na nossa caixa de comentários!




Se você quiser reservar um hotel ou pousada e ter a garantia do menor preço, nós indicamos o Booking, que é o site de reservas de hospedagem que nós usamos a vida inteira :)

Leia as resenhas sobre os hotéis que usamos nesta viagem e reserve já o seu:

La Casa de Amalia, em Mendoza, Argentina

Hostal Lackuntur, em San Pedro de Atacama, no Chile

Hotel de Las Nubes, em San Antonio de Los Cobres, Argentina

Apartamentos Lo de Lili, em Tilcara, Argentina 

Hotel La Merced del Alto, em Cachi, Argentina

Hotel Alejandro 1ºem Salta, Argentina 

Hotel Munay, em Cafayate, Argentina

Gran Hotel Embajador, em La Rioja, Argentina

Hotel Rustico Cerro del Valle, em San Agustín de Valle Fertil, Argentina

Hotel Atrium Gualok, em Presidência Roque Sáenz Peña, no Chaco argentino

Hotel Village, em Termas de Dayman, no Uruguai


Veja como foi nosso passeio:






Todos os posts sobre esta viagem estão em Atacama e Norte da Argentina - se você quiser ler todos em sequência (do último para o primeiro), é só clicar!

Leia o nosso roteiro e orçamento para uma viagem de carro de 28 dias ao Atacama e Norte da Argentina, com passagens pelo Uruguai e Bolívia



Não foi a nossa primeira vez em nenhum destes países - já conhecíamos inclusive o Atacama e a Bolívia - então, se você quiser saber sobre as nossas viagens anteriores a estes países, é só clicar em UruguaiArgentinaChile Bolívia


Também fizemos uma viagem incrível pelas Patagônias argentina e chilena


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2 comentários:

  1. Também tive problemas em uma viagem que fiza para o Chile, quando passei pela Província de entre Rios. O relato completo está neste link: http://jp-viagensecaminhos.blogspot.com/2010/03/chile-e-argentina-de-camioneta.html

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    1. Jair, nós notamos e chegamos a comentar sobre isso - afinal, porque todas as camionetes andavam com o tal adesivo 110??? O que significa isso, afinal? Chegamos a cogitar que fosse a velocidade máxima permitida, sei lá...tu chegou a entender o porquê do adesivo?

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