30 de maio de 2016

coletânea de perrengues do pequeno viajante - blogagem coletiva

Adoro participar de blogagens coletivas (quando vários blogs escrevem sobre o mesmo tema). No final deste texto, vocês encontrarão a lista completa de posts dos blogueiros que participam desta blogagem coletiva!

Desta vez, resolvemos contar histórias de perrengues de viagem :)

O problema é que, depois que combinei de participar, percebi que já contei quase todos os nossos piores perrengues de viagens aqui no blog! Temos até uma coluna aqui só sobre perrengues, e ela já tem mais de 40 posts kkkkk será um mau sinal??

Para ler todas as histórias de terror que já passamos nas nossas andanças pelo mundo, é só clicar aqui

E mais: já participei de uma outra blogagem coletiva sobre perrengues antes, onde contei sobre os perrengues que passamos em viagens com o Lipe - que acabou ganhando o "gracioso" apelido de "pequeno perrengueiro", tantas as desventuras que o filhote já passou conosco em tão poucos anos de vida! 

Como comentei naquela ocasião, nesse tema, somos hors concours. Ninguém nos bate. Nosso lema é "família que passa perrengue unida, permanece unida"!

Somos tão imbatíveis que já ganhamos até uma câmera GoPro Hero 3+ num concurso cultural de roubadas de viagem, dá para acreditar??? Leia sobre a ocasião em que cometemos um crime contra a segurança nacional na China aqui

a comida indiana nem sempre parece muito apetitosa

Coletânea de perrengues no blog

Quando me dei conta, estava relembrando neste post os nossos piores - ou seriam melhores!?! - perrengues, e esse texto acabou virando quase que um post índice dos nossos perrengues!

O post 'perrenguístico' mais completo que já escrevi, sem dúvidas, é este aqui: o pequeno perrengueiro. Nele, tem histórico familiar de perrengues, tem perrengues sobre meios de transporte, perrengues da nossa viagem ao Rio de Janeiro, tem perrengues com ratos, com macacos, com comidas, com dinheiro, com fatores climáticos, com máquinas fotográficas, com guias de viagem, histórias de vezes em que passamos mal de saúde durante as viagens...é uma verdadeira saga familiar!  

Fiz então um levantamento de algumas das nossas trapalhadas mais históricas, que já foram vergonhosamente escancaradas aos 4 ventos por aqui (o blog é cheio de histórias perrengueiras!!!) - segue, portanto, com muito orgulho, o rol de alguns dos nossos perrengues mais estrondosos já contados no blog:

Sarajevo, na Bósnia: quando tentamos invadir o quartel-general das forças de segurança da União Européia na Bósnia



mais uma da série "perrengues": alguns dos nossos sufocos na classe platskartny dos trens transiberianos

o carrinho de bebê mais guerreiro que já conhecemos: algumas das muitas vezes que o carrinho do Felipe estragou na estrada




todo cuidado é pouco para não perder as crianças nas viagens:
o sufoco de perder o Lipe no Sea World, em Orlando

passeio frustrado à Bolívia (senta que vem perrengue aí)


Copa Airlines e Polícia Federal - complô para estressar viajantes em férias:
 
quase não pudemos embarcar com o Lipe

a caminho do Leste Europeu, um voo conturbado e uma lição para a vida:
 
sobre morte no nosso avião, pouso emergencial e perda de conexão

Air Canada - tudo sobre a nossa experiência com a cia aérea canadense: sobre emergência médica no vôo e pouso emergencial


bola de touro é fichinha: especialidades da culinária chinesa

as monções nos pegaram em Agra! sobre a enchente que enfrentamos num riquixá 


6 dias na África do Sul e 1534Km rodados na mão inglesa! vários dos nossos perrengues entre Jo´burg e o Kruger Park, incluindo a ocasião em que nos perdemos na Suazilândia


só o amor constrói...você sabia? das tantas vezes que os indianos ofereciam "colo" para o Peg!

one mistake, game over! sobre o sufoco de viajar com um pequeno sapeca

de volta à Índia! perrengues indianos

Lipinho passando perrengue no Macuco Safári em Foz do Iguaçu

Os 3 piores perrengues com o Lipe

Mas uma coisa precisa ser dita: não tem perrengue pior do que os sustos que passamos na estrada com o Lipe. 

Antes dele, com certeza as confusões em que nos metíamos eram mais obtusas e até alarmantes. Depois que o Felipe passou a nos acompanhar nas nossas aventuras, passamos a viajar de um jeito um pouquinho mais calmo e menos desorganizado, o que certamente contribuiu para que os apertos diminuíssem consideravelmente, mas eles não desapareceram - a nossa média continua suficientemente alta para garantir o honroso título de reis do perrengue!

Então, sempre que me perguntam "quais as piores experiências que vocês já tiveram em viagens?", os 3 'causos' que me vêm imediatamente à mente são justamente 3 sustos horríveis que passamos com o Felipe, que vou contar, bem resumidamente, aqui abaixo - para saber desses perrengues em detalhes, clique nos links em vermelho e leia os posts originais:



De quando o Lipe quase perdeu um dedinho


Logo que chegamos nas ilhas Gili, um paraíso de céu azul, mar cristalino e areia branquinha farinhenta, nos confins de Lombok, na Indonésia, alugamos 2 bicicletas, uma delas com cadeirinha para o pequeno viajante. 

Para situar o leitor no relato, preciso referir que a ilha Gili Trawagan, onde estávamos, é o lugar mais parecido com um fim de mundo em que já estivemos, embora seja também um dos mais bonitos. Não existem ruas, carros e, óbvio, nada parecido com um hospital ou mesmo posto de saúde. É a praia, paradisíaca, as pousadas, os restaurantes, e só.

Enfim, depois de almoçar, saímos de bike para um passeio ao redor da ilha...que não durou nem 15 minutos! No maior descuido da viagem de 5 meses, levamos o pequeno viajante de pés descalços na cadeirinha atrás da bicicleta, e esquecemos de prender o pezinho dele no estribo!

hoje, olhando esta foto, eu percebo que a tragédia já estava anunciada: dá para ver que ele já não estava com o pé no estribo, mas prestes a enfiar no aro da bicicleta - e eu não notei isso naquele momento!!!

Não deu outra: em 10 minutos, o Felipe enfiou o pé na roda, e quase perdeu um dedo!!! Foi uma coisa horrível (ainda mais para nós, pais de primeira viagem, que nunca tínhamos visto o sangue do nosso filho!!!), ele urrava de dor, o Peg ficou zonzo de pânico e eu, depois de ver o tamanho do corte (por baixo do dedinho do meio do pé, quase de um lado a outro), percebi que a gente precisava de um médico urgente.

O sangue jorrava do dedinho dele, que tava sujo de areia, e o Peg apertou para estancar. Eu perguntei a um cara que estava por ali onde poderia achar um médico na ilha e essa foi a nossa maior sorte: estávamos a uns 300 metros do único hotel chique de Gili, que tinha uma clínica médica particular, onde nós poderíamos encontrar o ÚNICO médico da ilha!

Eu peguei a minha bicicleta e fui correndo na frente, para encontrar o médico, enquanto o Peg abandonou a bicicleta dele no meio do nada e correu aqueles 300 metros carregando os 17 quilos do Lipe no colo, pressionando o pé dele para não perder mais sangue.

Depois de tanta burrice (andar de bicicleta sem sapato e sem prender o pé dele), fizemos tudo certo, segundo o médico. Quando o Peg chegou com ele, o médico e o enfermeiro já estavam comigo na porta da clínica, esperando ele com uma maca. Limparam tudo, deram anestesia local e costuraram de volta no lugar o dedo do nosso gordinho, que parecia saber que tinha dado m... e se comportou direitinho (eu chorava mais do que ele!).

Foi terrível, eu realmente cheguei a pensar que ele ia perder o dedinho, porque o corte foi grandão mesmo, mas serviu de lição: primeiro, que a gente não pode cometer esses descuidos idiotas; e, segundo, que mesmo no fim do mundo encontramos ótimas pessoas, que nos ajudaram e trataram do Felipe com mais carinho do que teríamos se estivéssemos em casa e fôssemos parar num pronto-socorro...

já na pousada, depois do acidente, o Lipe teve que passar os dias seguintes de "botinha", com curativo, sem poder molhar o pé (e, consequentemente, sem banho de mar!)...

Susto horrível num bucólico passeio de barco

Paraty e Trindade com crianças: nossa terrível volta de barco da Praia do Sono, em Trindade, Rio de Janeiro

Ocorre que...começou a ventar, o tempo e o mar viraram e mal terminamos nosso peixe voltamos correndo para o barco para fazer o caminho de volta, que foi o maior perrengue da viagem e um dos momentos mais assustadores da minha vida com o Lipe: o barquinho parecia feito de papel no meio daquelas ondas gigantescas que nos jogavam para tudo que era lado, parecia que nós estávamos os 4 numa montanha-russa, e eu me forçando a cantar a musiquinha das "Poderosas" para distrair o pequeno, que estava achando tudo - como sempre - divertidíssimo! #momentosdepânico

o barco vira-vira: na ida, sol, céu azul e muitos sorrisos...

Eu normalmente não sou cagona para nada, adoro uma aventura (e até um perrengue!), mas naquele momento senti um medo indescritível. As ondas pareciam da altura de uma casa de 2 andares vindo na nossa direção! E o barco era daqueles que não têm mais de 1,5 metro de largura...

Quando nós éramos só nós dois, numa situação dessas, se houvesse um acidente, saltaríamos do barco e nadaríamos até a terra firme, que não estava longe, enfim, daríamos um jeito...mas com o Lipe a bordo tudo muda de figura, e a gente fica se culpando de ter colocado ele numa situação de risco assim...

Encontro com um urso pardo numa trilha no Canadá


Peyto Lake, free camping e o perrengue do ano: já imaginou se deparar com um urso numa trilha?

Fizemos uma trilha até o mirante do Peyto Lake e, no retorno para o motorhome, o Peg e o Lipe, que voltaram pouco antes de mim, tiveram um encontrinho na trilha com urso pardo (o 5º que vimos na viagem)! 

Não preciso dizer que foi o maior susto da vida, né?!?

Eu, lá do mirante, a uns 10min de distância, só escutei os urros de horror do Peg, e não sabia se corria para alcançá-los ou se fugia para o outro lado!

Claro que, depois de uma hesitação de alguns segundos, saí correndo atrás deles, apavorada com o que podia ter acontecido com o Lipe - sério, maior perrengue da vida, gente!

Por sorte, como falei, a trilha era de 15 minutos apenas - e eu fiz em uns 3 minutos na volta kkkkkk...quando cheguei no estacionamento, estavam os dois bem trancados dentro do RV, brancos e em estado de choque. Bem, pelo menos o Peg estava em choque hahaha...

Veja este vídeo, em que o nosso pequeno viajante conta como foi o seu encontro em close-up com um urso pardo de 300Kg - sim, sobrou pro Lipe contar a história, porque o Peg ficou umas 2 horas speechless, olhos vidrados, como eu nunca tinha visto ele antes. 

Teve que jogar a cueca fora, em resumo :(

eles bem que avisam...

imagina encontrar um fofinho desses tête-a-tête? aconteceu conosco!

Uma última coisa, pra ninguém ficar pensando que somos loucos idiotas irresponsáveis: sim, nós havíamos estudado direitinho o que deveríamos fazer no caso de um encontro com um urso - só não tínhamos tido oportunidade ainda de comprar um spray - mas fala sério, gente! Parece até piada pensar que é possível ver um animal daqueles e "ficar em silêncio", "deitar-se no chão" e "fingir-se de morto", como recomendado! 

#secorrerobichopegaseficarobichocome

Para mim, a melhor dica é muita reza e dedos cruzados!!!

Como sempre, o post acabou se alargando demais, e não consegui ainda contar os perrengues mais antigos, como o do cadáver de bebê flutuando no Rio Ganges, o nosso suposto sequestro na Tailândia, a cama quebrada em Halong Bay, a descida no Sancho, a discussão com a guia chinesa no Templo do Céu, a briga com um patife egípcio no Cairo por causa de um lustre azul, os episódios com o fiscal do tram em Budapeste e com a vendedora de passagens de trem em Praga, as confusões carregando malas, mochilas e maletas em estações de bus, trens e aeroportos mundo afora...a lista é simplesmente infindável, e quanto mais vou escrevendo, de mais perrengues vou lembrando, mas o post tem que terminar!

Fato é que os apertos, no final, viram sempre boas histórias para contar! São justamente os sufocos que passamos viajando que a gente fica relembrando e morrendo de rir nos churrascos da família - com vocês também não é assim?

Esses são apenas alguns dos perrengues que já passamos na estrada, com conteúdo mais ou menos tragicômico, e certamente muitos mais virão - só assim teremos ótimas histórias para contar no blog e para os nossos netos!

Agora é a sua vez: você já passou por algum perregue horroroso em uma viagem? Queremos saber! Pode ir contando aí na nossa caixa de comentários!


Para ler muitas outras roubadas que já passamos nas nossas andanças pelo mundo, é só clicar aqui

Em blogagens coletivas anteriores, já escrevemos sobre: 

* a primeira viagem do pequeno viajante

* perrengues das nossas viagens em família

* as viagens da nossa infância

* mudanças que seriam necessárias para as famílias viajarem mais pelo Brasil

* nossos sonhos de viagens em família

* nossas 5 melhores viagens em família

* nossas 5 melhores viagens em família pelo Brasil

* o que as crianças aprendem viajando

* Museu de Anchorage, no Alaska, Estados Unidos

* Museu de Ciência e Tecnologia da PUCRS em Porto Alegre

* Museu Botero, Bogotá, Colômbia



Mais fotografias das nossas viagens no Instagram @claudiarodriguespegoraro, na hashtag #Felipeopequenoviajante.

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Você também nos encontra aqui:


Para ler os posts de todas as blogagens coletivas de que já participamos, clique aqui

Leia também os posts dos outros blogueiros que participaram desta blogagem coletiva! 

Nas redes sociais, dê uma espiada na hashtag #deuruim.  

Casal Califórnia - Perrengues de Viagem: muitas histórias para contar
Vida de Estrangeira - Perrengue na Turquia 
Família Viagem - Nossos perrengues de viagem 


28 comentários:

  1. Cláudia, adoro as histórias do Lipe, mas essas últimas foram perrengues dos grandes. Que medo!

    Mas né, a sorte sempre acompanha os pequenos e grandes viajantes (ufa!)

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  2. Essa do dedinho até eu chorei. Tadinho dele e tadinhos de vocês também, que ficaram com a consciência pesada. Mas deu tudo certo, o dedo continuou lá e hoje o episódio é uma história a mais.

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    1. É sempre assim, né Gisele? Só termina quando acaba, e se não tá bem é pq ainda não terminou!
      Bjo

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  3. Eu fiquei com medo deste post! hahahaha. É muito perrengue para um pequeno só, tadinho!
    Brincadeiras à parte, está sensacional essa coletânea de perrengues! Fiquei apavorada com a história do urso! Que bom que no final tudo sempre dá certo! :)

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  4. Nossa, tadinho do Lipe! Deve ter doído muito essa do dedinho. Mas pelo o que deu pra perceber, ele é bem corajoso. Que bom que no fim deu tudo certo. :)

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  5. Realmente, acho que vocês são os campeões de perrengues mesmo! Coitadinho do Lipe... pelo menos se não se complexou até agora, já está pronto pra esse nosso mundo loucão!

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    1. Tenho medo que o guri se esgote, Luis Felipe kkk que se traumatize!

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  6. Meu Deus, achei o recorde de perrengues em uma família só! hahahah Fiquei com muita dó lendo a história do dedinho, acho que senti um pouco de dor aqui. Mas que bom que deu tudo certo! (e o Lipe é um fofo!)
    www.foconomundo.com.br

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    1. Obrigada, Débora, mas vou te dizer que os teus perrengues estão fortes também, hein!?! Aquele da neve, que horror kkkkk...
      Bjokas

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  7. #sempalavras diante de tantos casos assombrosos, rsrs. Não sei escolher qual o pior, mas meu voto vai para o pezinho do Lipe preso na roda da bicicleta, porque sou mãe e faço idéia do susto e da dor que vocês sentiram por ele. Ainda bem que ele é um fofo e tira tudo de letra, um exemplo para vocês e para nós.

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  8. No meu post tem do dia que perdi Arthur em Orlando também, mas no outlet, rsrs! Menina, morri de dó do Lipe com a história do pé na bike, judiação! Quando eu era adolescente fiz a mesma coisa com meu irmão caçula, 9 anos mais novo. Arranquei um pedaço do calcanhar dele, o bichinho gritava, que dó! E ainda fizemos um mega curativo ninja escondido da nossa mãe, que é brava! Que bom que deu tudo certo e acharam logo o médico! E adorei ler o post da Air Canada, fiquei com mais vontade ainda de conhecer essa terra! Bjs!

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    1. Eu li, Guaciara, é desesperador perder o filho, não é?
      Só imagino vcs fazendo o curativo escondido hahahaha
      Beijo

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  9. Quanto sufoco pra esse pequeno viajante!
    Muita dó com a história do pezinho!!

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    1. :( ainda bem que só o que restam são as histórias engraçadas para contar!

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  10. Credo, Cláudia, fiquei foi tensa com este post, só perrengue barra pesada!
    E eu achando que o perrengue do Imosecs era o campeão!

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    1. heheheh o do Imosec nem foi nada, Camila! Naquele, o problema maior nem foi o Imosec e a tranqueira, e sim o problema da guerrilha maoísta em Mugling :(

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  11. Cláudia, não desfazendo dos demais perrengues, mas o três com Lipe me deixou desesperada.. Perder de vista um filho por segundos já é desesperador, filho machucado durante a viagem e encontrar Urso!! Meu Deus, vcs são os Reis dos Perrengues mesmo kkkk e que venham mais viagens e perrengues mais tranquilos, e muita história para contar. bjs

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    1. Eu sempre digo, Aline! As pessoas acham que estou exagerando, mas a gente ganha o prêmio sim kkkkkk

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  12. Gente, que nervoso esse post!! hahaha
    Pelo menos história pra contar não falta! Esses do final são terríveis mesmo, que dó da história do dedinho dele!!
    E perder criança também é outro pesadelo sem tamanho... Aff!!
    Agora... a história do urso é engraçada (agora, claro! hahaha), pq lembro da cara do Peg no vídeo enquanto o Lipe contava super animado do encontro com o urso... hahahahah
    Esse encontro ele não vai esquecer nunca!!

    :)

    Beijão!!!

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    1. Foi um pesadelo mesmo, Marcela, nem gosto de lembrar!
      Sobre o urso, hoje o Peg já consegue rir, mas a cueca foi pro lixo hahaha...

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  13. Tadinho do Lipe... Mas pelo que notei ele já nasceu um vero mochileiro...corajoso! Adorei.

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  14. O caso do urso é bem tenso mesmo, deve bater um desespero, parece até aquelas cenas de filmes.

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