5 de junho de 2017

Japan Rail Pass - vale a pena comprar o passe de trem para viajar pelo Japão?

Para a nossa viagem ao Japão, o meio de transporte escolhido foram os trens. Viajamos a maioria das vezes de Shinkansen (trem-bala japonês, que chega fácil aos 350km/h), e só posso dizer uma coisa: foi sensacional!!! 

Começamos já com 2 trechos: o shinkansen Hikari entre Kyoto e Himeji e o shinkansen Sakura entre Himeji e Hiroshima. 

Depois ainda pegamos o shinkansen Sakura entre Hiroshima e Kobe, o shinkansen Hikari entre Kobe e Nagoya e o JR Wide View Hida 11 (que não é shinkansen)  entre Nagoya e Takayama. 
Por último, entre Takayama e Tóquio, fomos de JR até Nagoya e continuamos de trem-bala até Tóquio. 

Já tínhamos andado num maglev na China, mas no Japão foi bem mais emocionante, o troço de fato parecia um avião - não sei se era psicológico, mas senti até a característica pressão nos ouvidos kkkkk! 


shinkansen, um dos famosos trens-bala japoneses

tem placa dizendo até onde estará estacionada a porta de entrada do seu vagão!

e o shinkansen vem a jato e estaciona no lugar exato informado na placa!

nos bilhetes, todas as informações sobre trem, vagão e assentos

bem acomodadinhos num shinkansen

algumas vezes eles chegavam vazios e cheios de espaço para as bagagens

outras vezes vinham cheios e com os bagageiros lotados!


curtindo a viagem num shinkansen 

tira foto rápido, senão vai perder o trem!

Como saber se vale a pena?

Pensamos muito antes de comprar os nossos Japan Rail passes - passes de trem que nos permitem andar livremente nos trens-bala japoneses durante um determinado período de tempo - porque esses passes são bem caros, e viajar de ônibus seria mais barato...mas, depois que viajei de shinkansen, preciso dizer: não dá para ir ao Japão e não andar num deles, é parte da experiência de viajar pelo Japão, entende??? Tipo gringo ir ao Brasil e não tomar uma caipirinha? Isso aí!

Inclusive listei os shinkansens como uma das minhas 30 razões para ir ao Japão

Para saber se vale a pena adquirir o passe, não tem jeito, tem que espantar a preguiça do lombo, baixar o app - super útil e eficiente, como tudo o que os japoneses fazem - chamado "Japan Trains" e fazer as contas. 

Veja os trechos que você vai fazer e veja se compensa. É muito prático e fácil fazer isso, basta não ter preguiça 😏










Como comprar o passe?

O passe só pode ser comprado no exterior (exterior ao Japão, melhor dizendo) - não dá para comprar depois que você já estiver no Japão. 

Nós compramos por email com a Gemma Turismo no Brasil e recebemos por correio. O atendimento deles foi excepcional! 

Para comprar o passe você precisa ter antes o visto japonês em mãos. E, para ter o visto japonês, você precisa ter antes comprado as passagens aéreas. Então vá com calma e método, uma coisa de cada vez.

Leia aqui: como tirar o visto para viajar ao Japão

E veja também, aqui no blog:

Japão - hotéis bons e baratos em Quioto, Hiroshima, Takayama e Tóquio (e quanto custam)

Japão - dicas gerais de viagem pelo país
dicas de culinária japonesa (10 pratos que você precisa experimentar)

* 30 razões para ir ao Japão


recebemos em casa os vouchers para trocar por passes quando chegássemos no Japão

os preços variam de acordo com a duração do passe, a idade do passageiro e o tipo de passe (vá de ordinário mesmo!)

junto com os vouchers, você vai receber explicações detalhadas sobre o uso do passe


estudei tudo antes e, chegando lá, foi bem fácil identificar os símbolos

Como começar a usar o passe?

Chegando no Japão, quando você quiser começar a usar o passe, você precisa trocar o voucher que te deram no Brasil pelo passe de fato, que é feito em qualquer grande estação de trens japonesa. 

Nós trocamos nossos vouchers por passes na incrível estação de trens de Kyoto e foi tudo muito fácil. Mais adiante conto mais sobre essa estação, que é um verdadeiro ponto turístico da cidade. 

Tinha uma funcionária que falava ótimo inglês agilizando os formulários que tínhamos que preencher na fila e só nos pediram para ver nossos passaportes. 

Já aproveitamos e fizemos as reservas para os 2 primeiros trechos que íamos fazer de trem ali mesmo, no shinkansen Hikari entre Kyoto e Himeji e no shinkansen Sakura entre Himeji e Hiroshima.

Fazer as reservas é uma coisa super fácil e rápida - eles podem fazer até 2 reservas para as suas próximas viagens e, tendo o passe, as reservas são feitas de forma gratuita. Isso garante que você terá um assento reservado no trem que quer pegar. 

Mas, se não fizer reservas, não se preocupe: é só entrar no trem num dos vagões reservados aos passageiros que não fizeram reservas antecipadamente e procurar um assento vago. Eles possuem vagões específicos reservados para quem não tem reservas.  

Atenção: se você perder os vouchers ou os passes, for roubado, sofrer um terremoto, cair na água ou qualquer outro problema, já era! Os vouchers e passes não podem ser refeitos

Guarde os seus como se fossem uma barra de ouro ☺


lindas vistas dos observatórios da Estação Quioto


você vai trocar os vouchers por este documento, que é o passe


olha como eles sempre têm informações também em inglês

informações sobre os números das plataformas de onde parte cada trem

Dicas para o seu roteiro de trem

Você só deve começar a usar o passe quando for viajar a valer

Se você chegar por Tóquio, por exemplo, e for ficar alguns dias na cidade, não comece a usar seu passe para pequenos bate e volta, ou para andar nas linhas do JR, porque para esses trechinhos curtos e baratos ele não compensa

Nós chegamos no Japão por Kyoto, fomos num bate e volta até Nara pagando passagens separadas e só demos início ao uso do passe quando fomos de Kyoto para Himeji e depois Hiroshima, porque aí sim eram trechos longos que valiam a pena

Prometo postar em breve nosso roteiro detalhado pelo Japão aqui no blog. 

Em resumo, ficamos 5 dias em Kyoto e começamos a usar nossos passes no 6° dia no país, na viagem entre Kyoto - Himeji - Hiroshima. 

Ficamos 3 noites em Hiroshima, onde usamos os passes para andar nos trens JR dentro da cidade e também para ir de trem + balsa JR até Miyajima. 

Depois seguimos de trem de Hiroshima para Takayama (outro trecho bem longo), onde ficamos mais 3 noites e, por último, no último dia de validade dos nossos passes - que eram válidos por 7 dias, seguimos de Takayama para Tóquio (outro trecho longo). 






o primeiro shinkansen a gente nunca esquece!


Quer ver números e como valeu a pena?

* Pagamos ¥ 29.110 pelos passes de 7 dias (só calculei os valores para adultos, para vocês terem uma base, mas a mesma economia se aplica nas passagens infantis).

* Fizemos os seguintes trechos (grandes):

° Kyoto - Himeji ¥ 5.070
° Himeji - Hiroshima ¥ 8.090
° Hiroshima - Takayama ¥ 16.580
° Takayama - Tóquio ¥ 14.410

Total: ¥ 44.150

PS. Isso sem contar os trens + balsas de ida e volta Hiroshima - Miyajima, que não contabilizei, assim como os trens de ida e volta Takayama - Hida-Furukawa, e os 2 trens da linha JR Yamanote que pegamos no nosso primeiro dia em Tóquio, também não contabilizados. 

* Conclusão: economia de mais de U$ 150 num passe que custa U$ 265.

E tem mais um detalhe: nós estávamos com o nosso pequeno viajante na bagagem, e queríamos viajar sem correria, sem stress, ficando no mínimo 3 noites em cada lugar. Mas isso não é a regra - muita gente viaja bem mais rápido pelo Japão, ficando apenas 1 noite em Hiroshima e em Takayama, por exemplo (que judiaria!). Fazendo isso, viajando na correria, sem crianças, dá para fazer o passe "render" ainda mais!


trem entre Hiroshima e Miyajima

a caminho de Miyajima, usando os passes JR

a caminho de Miyajima, pegando as balsas da JR

não valia a pena usar os passes para ir até Nara, uma viagem curta a partir de Quioto


trens com janelões panorâmicos a caminho de Takayama

lindas paisagens nevadas no caminho para Takayama

chegando em Takayama, Japão

Será que eu vou conseguir?

Sim, mesmo já tendo viajado por mais de 70 países, sempre por conta própria, as vezes ainda nos bate aquele "medinho" - será que vou conseguir trocar esses vouchers pelos passes? Será que vamos "nos encontrar" nas estações de trens? Será que não vai ser perrengue? Será que vamos conseguir "comprar" as passagens com os passes e encontrar os nossos trens dentro das estações, com tudo em japonês?

Sim, sim, sim, sim, a resposta é sim para todas as suas dúvidas. É claro que você pode perder um trem, ficar zanzando que nem cusco em procissão pelas estações, passar vergonhas 1000 e ter que fazer altas mímicas, mas, no final, tudo dará certo e será uma experiência maravilhosa, nós garantimos. 

Sim, nós chegamos a entrar num nozomi (trem que não está coberto pelo passe JR, o mais rápido e caro de todos) por engano, cheio de estudantes que ficaram querendo assunto com o Lipe, e as professoras das crianças foram mega solícitas ao nos enxotar do vagão na estação seguinte, para que não tivéssemos problemas com os fiscais hehehe...isso aconteceu num dia em que todos os trens estavam atrasados, e esse nozomi passou exatamente no horário que deveria passar o nosso shinkansen: nem pensamos 2 vezes, nos jogamos lá para dentro hahahaha...

Mas, como (quase) tudo na vida, a solução foi simples: descemos na estação seguinte e esperamos pelo nosso shinkansen, que passou pouco depois. 

Ou seja, mesmo que você se meta em enrascadas como nós, seja simpático e educado que os japoneses sairão do caminho deles para te mostrar o teu. Não há gente mais atenciosa nesse planeta, garantido. ❤

E sim, você leu isso mesmo: embora a fama de pontualidade dos trens japoneses, eles podem sim atrasar, e bastante, devido a fenômenos climáticos, principalmente no inverno (viajamos em janeiro de 2017, auge de um rigorosíssimo inverno), em decorrência dos fortes ventos ou da neve. Não se apavore que eles acabam chegando. E, se você perder conexão, como nós perdemos, é só pular no trem seguinte àquele que você perdeu, tudo muito tranquilo. 

Se você não tiver reservas, é só entrar num dos vagões específicos reservados aos passageiros que não fizeram reservas antecipadas. 


tão perrengueiros que até os pontualíssimos trens japoneses atrasaram conosco! 

olha ali no painel o nozomi atrasado 45 minutos!

Você deve ter ficado penando porque "nos jogamos para dentro" do trem, sem antes pedir informações ou algo assim - ora, porque estamos falando de trens-bala! 

Não é por nada que eles levam esse nome: as paradas, nas estações, duram apenas alguns poucos segundos

Se você ficar de abobadinho, arrastando mala, se enrolando, perde o trem MESMO! 

Se agilize!


vai tirando muita foto, vai! 



Entra logo nesse trem, minha gente! Chega de foto!

Por último, a boa notícia: no Japão, o inglês é, de fato, uma segunda língua. 

É realmente difícil entender o inglês falado pelos japoneses, mas eles quase sempre entendem um pouco (ou pelo menos se esforçam para isso) e em todos os lugares, absolutamente todos os lugares turísticos por onde andamos, haviam informações em inglês

É tudo muito bem sinalizado!

Veja as fotos abaixo e me diga se, com um pouquinho de esperteza brasileira, educação japonesa, paciência, calma e boa vontade não dá para se encontrar?


todas as indicações de direções em inglês




logo você aprende a identificar os símbolos


sempre há indicação de qual a estação anterior e qual será a próxima



olha como fica fácil identificar qual é a plataforma certa - é só prestar atenção nas indicações



esta é uma central de reservas - olha ali o símbolo verde

Outras dicas do pequeno viajante

Leve sempre um lanchinho nas viagens de trem, especialmente se viajar com crianças. As paradas nas estações são dignas de um trem-bala, como mencionei, e não dá tempo nem de penar em descer para comprar uma coca-cola! 

Nós sempre levávamos um farnel completo, veja algumas ideias nas fotos abaixo:





Se você tiver tempo para fazer uma refeição na estação antes de embarcar, recomendo essa rede de pratos feitos japonesa que existe às centenas, em todas as grandes estações, e é boa e barata: Yoshinoya

Comemos nessa rede várias vezes - na foto abaixo, o restaurante da estação de Himeji:



Se você estiver preocupado pensando que não vai conseguir "decifrar" os cardápios japoneses, esqueça esta preocupação: os cardápios sempre têm fotos dos pratos e, muitas vezes, eles têm na vitrine todos os pratos do cardápio de plástico (ou seriam de cera??) para você poder escolher tranquilo. 

Aliás, esses pratos de comida de brincadeirinha são uma das coisas mais curiosas que vimos no Japão: 


No que toca a depósito de bagagens, todas as grandes estações possuem grandes guarda-volumes, sempre automatizados, e meio carinhos. 

Um lugar onde é muito comum as pessoas usarem guarda-volumes é Himeji - desembarcam do trem, vindos de Quioto ou de Nara, apenas por uma ou 2hs para conhecer o Castelo de Himeji e deixam a mala ou mochila no guarda-volumes. Depois voltam à estação e pulam no primeiro trem para continuar viagem para Hiroshima. Foi o roteiro que fizemos 😉


Os trens são muito, muito bons, como já mencionei. 

Além da rapidez absurda, pontualidade e limpeza, e além das (fofas) tomadas para carregar computadores e celulares, ainda não mencionei os limpíssimos e completíssimos banheiros, inclusive com grandes trocadores para bebês, estilo caminhas ❤



carregando equipamentos no trem

As estações têm salas de espera, e às vezes você é obrigado a esperar nestas salas, só sendo liberado para ir para a plataforma depois que o trem já chegou. 

Isso aconteceu conosco, por exemplo, em Takayama e Furukawa, e eu acho que a razão é que era muito frio na plataforma, então eles só permitiam que a gente passasse para a plataforma quase na hora do embarque. 

Paciência. 

cancelas fechadas em Takayama


salas de espera para o embarque em Takayama


um verdadeiro museu na estação de Takayama

e muita neve e frio nas plataformas







Outra curiosidade muito legal dos trens japoneses é que, embora a paisagem passe tão rápido pela janela que, às vezes, fica difícil tirar uma foto, ao mesmo tempo a gente tem oportunidade de ver paisagens incríveis sem nem precisar saltar dos trens. 

Talvez porque viajamos em janeiro, no auge do inverno, vimos paisagens nevadas maravilhosas pelas janelas dos nossos shinkansens, coisa que, para nós, brasileiros, pouco acostumados a ver neve, sempre é especial. 

Passando por Himeji, por exemplo, você verá, ao longe, o Castelo que dá fama à cidade. O trem ia tão rápido e eu fiquei tão empolgada que, quando finalmente lembrei de tirar uma foto, dei azar de ser um péssimo momento, e ele (o castelo) ficou mal na foto 😝

Já com o Monte Fuji foi diferente: tivemos tanta sorte que vimos o lindo 2 vezes pelas janelas dos nossos trens, a primeira na viagem de Takayama a Tóquio e a segunda num bate e volta que fizemos de Tóquio a Nikko!

Chegamos a cogitar fazer um bate e volta a
 Hakone ou Lake Kawaguchi, que são supostamente bons lugares para ver o monte mais famoso do Japão, mas tivemos tanta sorte ao vê-lo dos trens que, sabendo como ele é tímido e como é difícil vê-lo não encoberto por nuvens como conseguimos vê-lo, nos demos por satisfeitos com as imagens que ficarão para sempre guardadas nos nossos corações, vistas da janela de um shinkansen.  

paisagens nevadas na janela do shinkansen

infelizmente, o Castelo de Himeji visto do trem ficou bem atrás da antena kkkk

a moderna estação de trens de Himeji

o super fotogênico Monte Fuji resolveu aparecer na nossa janela também!



lindo de todos os ângulos

Também vale mencionar a linda Estação de Tóquio, que merece uma visita turística mesmo se você não vai pegar nenhum trem. 

A estação da capital completou 100 anos e foi totalmente reformada e restaurada para o aniversário, depois de ter sofrido muitos danos durante a Segunda Guerra Mundial.

O prédio é bem elegante, olha só esses domos super ornamentados:


Estação de trens de Quioto

Como falei, uma das estações de trem mais incríveis em que já pus os pés na vida foi a de Quioto. 

O lugar é um ponto turístico que merece ser visitado mesmo que você não vá pegar nenhum trem.  

É de lá que partem o JR Tokaido, o shinkansen Tokaido, o shinkansen Sanyo e a linha Kintetsu, ou seja, é uma estação movimentadíssima e enorme. 

O edifício em si é uma escultura futurística de aço e vidro muito impressionante. Lá você vai encontrar muitas praças de alimentação e também a incrível loja de departamentos Isetan, que merece uma visita. 

Suba até o mirante, nos últimos andares. É o melhor lugar de onde apreciar a Torre de Quioto, uma torre de estilo retrô que parece um foguete prestes a decolar do topo de um hotel. Nós não tivemos interesse em subir na torre em si, mas adorei vê-la à noite dos observatórios da estação, toda iluminada!

Não deixe de subir pela escada-rolante que fica ao lado das escadarias iluminadas - se você for até a passarela que cruza pelos ares o saguão principal da estação, vai entender o porquê de este edifício ser considerado uma "catedral" dedicada à era do transporte. 

a famosa loja de departamentos japonesa


minha duplinha ficou bem impressionada

muito aço e vidro

teve gente que gostou tanto das escadarias iluminadas que queria até dispensar as escadas-rolantes

olha ele lá, camuflado na escadaria futurística da Estação Quioto

Torre de Quioto vista do observatório da estação

suba pela escada-rolante interminável que fica ao lado das escadarias iluminadas

 lá em cima, você encontrará a passarela que cruza pelos ares o saguão principal da estação

aconselho visitar a Estação de Quioto ao anoitecer - iluminada a torre é bem mais impressionante!

Chip de celular

No Japão - e em todo o resto da nossa viagem de volta ao mundo, com exceção do Marrocos - usamos um chip de celular da Easysim4u, que apoiou a nossa viagem. 

Recebemos o chip em casa, antes de sair do Brasil, colocamos ele no telefone celular ainda no avião e já chegamos na Europa e depois na Coréia do Sul e no Japão com internet funcionando no telefone! 

Para quem vai viajar por vários países (e continentes!), a facilidade e comodidade que esses chips da T-Mobile (revendidos no Brasil pela Easysim4u) oferecem são imbatíveis ☺

Nós não vendemos esses chips através do blog (nem nenhum outro produto ou serviço, pois o pequeno viajante é um blog que não visa lucro, é apenas um passatempo nosso mesmo) - então dê uma olhada direto lá no site deles - Easysim4u - para ver como comprar esses chips e recebê-los em casa no Brasil antes de viajar.

já chegamos ao Japão conectados com o chip da Easysim4u

Vídeos do Japão

Veja algumas imagens dos nossos melhores momentos viajando pelo Japão - não esqueça de selecionar a opção para assistir em HD (alta definição)! As imagens ficam incomparavelmente melhores!

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14 comentários:

  1. Bom dia Cláudia,

    Excelente post, muito instrutivo.

    Você sabe me dizer quanto tempo você levou para trocar o voucher pelo JR Pass? Minha preocupação é a seguinte: Meu voo esta previsto para chegar as 14:00 em Narita, e no mesmo dia eu quero pegar o trem para Kyoto. Eu gostaria de pegar o trem o mais cedo possível para não chegar muita tarde em Kyoto.

    Grato,
    Vinicius

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  2. Oi Vinicius, não te ilude que vai ser muito rápido, hehehe...a troca do voucher pelo passe demorou uns 20 minutos, entre fila e o nosso atendimento em si, até que é rápido, mas entre chegar, pegar malas, trocar dinheiro, fazer imigração, trocar o voucher, ir ao banheiro, etc, etc, etc, tu perde um bom tempinho, e a viagem até Quioto é bem longa. Com certeza vais chegar tarde em Quioto, mas não te preocupa, porque a segurança é total lá.

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    1. Oi Cláudia,
      Rápido eu sei que não vai ser, mas se eu conseguisse fazer tudo em até 2 horas estaria de bom tamanho. Vi os horários pelo hyperdia e vi que se eu pegar o Narita express das 18:15, consigo chegar em Kyoto as 22:15. O que me dá uma margem de 4 horas. Não devo ter problemas chegando em Kyoto essa hora, o que você acha?

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    2. Com certeza não terás problemas, dá para chegar em Quioto de madrugada, é muito tranquilo e seguro! Mas esse teu roteiro tá bem light, acho que tu vais conseguir segui-lo à risca!

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  3. oi Vinicius! Você vai conseguir! Eu também cheguei no Narita Airport no mesmo horário que vc vai chegar.

    Em nossa viagem, tínhamos que fazer 2 coisas: câmbio no aeroporto (valeu a pena e foi rápido.

    Há diversas opções de câmbio logo no desembarque: eu fui pela Air China, e cheguei no terminal 1 - lado sul - tinha anotado, para esse terminal, 4 opções: no andar 1F: Keiyo Bank e Mizuho Bank (lado sul); Bank of Tokyo e Resona Band (lado norte). Fui logo no Mizuho, mas a diferença para o Keiyo era mínima).

    Depois do câmbio, ainda tinha que trocar o voucher do Japan Rail Pass pelo passe. Para isso, basta descer para o andar B1F (Rail Station) - pegar o passe na JR East Travel Service Center. É fácil achar! Realmente, tem uma fila, como disse a Cláudia, mas anda rápido. Serão uns 15 a 20 minutos no máximo. Depois disso, já usei o passe para o Narita Express. Eram 3 alternativas de horários, partindo do Narita Airport e chegando na Shinagawa Station: 14:44-15:51 ou 15:14-16:22 ou 15:44-16:55 ou 16:16-17:26. Só pegamos o segundo por causa da tal fila para trocar o voucher do JR Pass... caso contrário, conseguiria ir logo no primeiro horário, o que seria fantástico....

    Optei por descer para pegar o Shinkansen na Shinagawa Station. De início, eu pensava em fazer isso na Tokyo Station, mas é bobeira, pois é uma estação maior e leva mais tempo para ir da plataforma do Narita para a do trem bala (na Shinagawa fica uma do lado da outra; só tem que subir uma escada rolante e descer direto na plataforma do Shinkansen).

    O detalhe é que dali, peguei o trem para chegar a Hiroshima no mesmo dia. No seu caso será mais curta a viagem, pois vai para Kyoto. Eu tive, ainda, que trocar de Shinkansen em Kobe, que vem depois de Kyoto. Com base nas pesquisas do hyperdia, eu tinha anotado 3 opções de saída do Hikari, na Shinagawa Station: 16:10, 17:10 e 17:40. Deu para pegar a segunda opção, e, com isso, chegamos em Hiroshima às 21:36. Acredito que vc pode chegar sim a Kyoto até umas 20 hs. Mas se não conseguir isso, há outras opções que chegarão pouco depois. Será tranquilo!

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    1. Oi Rodrigo, obrigado pelas dicas!

      Anotei aqui os nomes dos bancos. No nosso caso vale mais a pena levar dollar e trocar por tem no aeroporto ou sacar tem nos ATM do 7 eleven ?

      Quanto ao trem, estou me programando para descer em shinagawa mesmo, me pareceu bem mais simples que Tokyo.

      Meu único estresse é o voo atrasar muito e perder o trem para Kyoto. Isso comprometeria muitos os meus planos.

      Abraços,
      Vinicius

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    2. oi Vinicius!

      Eu fiquei no Japão 18 dias (2 em Hiroshima, 7 em Kyoto com bate-e-voltas, 2 em Takayama, 7 em Tokyo).

      Só fiz câmbio três vezes (no aeroporto, ao chegar, e na Kyoto Station, por duas vezes).

      Consegui administrar bem e só precisei usar cartão de crédito lá pelos 2 últimos dias em Tókyo para frear a saída de dinheiro, até zerar os yenes já no aeroporto. Pequei a taxa de conversão a 1 dólar para 107 yenes em abril.

      Não encontrei fácil pontos de troca de dinheiro. Em geral, é nos bancos que se faz isso. Pode até haver, mas não vi pontos apenas para Exchange por lá.

      O problema, muitas vezes, é que eu saía pros passeios e o banco para o câmbio ainda não estava aberto, e ao voltar para o hotel, quando sempre passava na estação, já estava fechado.

      Então é importante administrar bem sua reserva.

      Ao fazer o câmbio, observei, em Kyoto (foi num banco, junto à estação, e o único ponto que achei, mas é bem no meio da estação e bem visível), que ao comprar mais de 50 mil yens, a taxa de conversão ficava um pouco mais favorável, então é interessante observar se ocorre isso.

      Cheguei a precisar sacar em ATM no último dia, mas ficava desfavorável na minha fatura de cartão, não apenas pelo câmbio que a Caixa fez, mas, ainda mais por causa do IOF.

      Quanto ao trem, acho tranquilo no seu caso, pois são 2 trens do Narita airport até seu destino. Eu tive que pegar 3. Apenas de Tokyo para Kyoto deve haver opções de saída até mais tarde, e a cidade é segura. Não há risco se vc chegar lá de noite.

      Um abraço e aproveite a viagem! O Japão é um país maravilhoso!

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    3. Obrigado mais uma vez Rodrigo!

      Meu roteiro é parecido com o seu, vou ficar 16 dias no Japão, sendo 8 em Kyoto, 3 em Takayama e 5 em Tokyo.

      Você se importaria em descrever um pouco mais o seu roteiro, o que você gostou mais, o que deu certo e errado. Aí eu aproveito as dicas 😎

      Um abraço,
      Vinicius

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    4. Vinicius, concordo com o Rodrigo: usar cartão de crédito só em emergências por causa do IOF - leva dólares ou euros que vais trocar fácil lá. Como o Rodrigo falou, bancos têm horário ruim, mas em Quioto e Tóquio, por exemplo, encontramos casas de câmbio com muita facilidade, abertas até tarde da noite! Tem algumas no centro de Quioto e em Tóquio sempre trocávamos em uma em Akihabara, perto do nosso hotel.

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  4. Olá amigos Claudia, Marlon e Lipe! A viagem no Shinkansen, como tudo no Japão, foi marcante!

    Achei que a estratégia de vocês foi boa para aproveitar melhor o passe (vocês compraram o de 7 dias, e eu tive que ir no de 14 dias), porque vocês chegaram por Kyoto/Osaka e saíram por Tóquio. São as cidades que pedem mais dias (eu dediquei 7 diárias para cada uma), e você pode ativar o passe só quando sair de uma delas, e tirar maior proveito até chegar na outra.

    Eu cheguei em Tóquio e dei logo uma esticada para Hiroshima (maluquice de viajante empolgado, viajar por umas 30 horas e ainda arrumar um deslocamento de trem por mas 6 horas!) no mesmo dia, então, tinha que usar o passe desde o início.

    Como eu cheguei e saí do Japão por Tóquio, iria precisar do passe por todo o tempo até voltar para Tóquio. Vocês aproveitaram mais para os dias entre essas duas cidades principais. Porém, acho que chegar por uma cidade e sair por outra, em muitos casos, não corresponde à promoções que aparecem (em geral chegando e saindo no mesmo ponto).

    Como vcs falaram, o melhor mesmo do passe (para valer a pena o investimento), é se tiver deslocamentos longos nos dias em que se está a utilizá-lo.

    No meu caso, também compensou, mas não com uma economia muito grande.

    Interessante anotar que o passe também ajudou em deslocamentos dentro de linhas circulares, como a Loop Line, em Osaka, e Yamanote Line em Tóquio, além de tudo quanto é linha de metrô da empresa JR.

    Sobre a utilidade e custo-benefício do passe, ainda dá pra mencionar que ele permite fazer a reserva de assentos. Mas só fizermos a tal reserva na primeira viagem, logo quando chegamos. Daí para frente, a pressa sempre era tanta que a gente já procurava o vagão de não-reservado. Quanto a isso, foi tranquilo, pois quase sempre dava para sentar.

    Também há o detalhe dos green cars, os vagões com mais conforto, e que não atendem ao nosso passe (compramos o Ordinary, e não o Green). Uma vez entramos por engano num desses. Mas os oficiais do trem, com toda a gentileza e educação, nos orientaram, e até permitiram que a gente ficasse por lá, desde que ficasse no final do vagão.

    A educação e organização dos japoneses está em tudo! Uma coisa que achei diferente é que os oficiais, depois que passam conferindo os passes nos vagões, e até as moças que vendem bebidas e snacks, ao sair do vagão, pela porta da frente, se curvam para a direção dos passageiros (não saem de costas!), e a porta automática se fecha. Fantástico!

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    1. Rodrigo, teus comentários são excepcionais! Quero muito um relato completo teu para publicarmos no blog sobre a tua viagem ao Japão! É um desperdício tantas informações aqui perdidas apenas nos comentários!! Topas??

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    2. ei Claudia! Vamos escrever mais sim! Ficamos encantados com o Japão (abril/2017)! Foi uma viagem muito marcante!

      Depois disso, já até viajamos de novo (maio/2017), fomos até Cusco e Machu Picchu. É um país lindo, com uma cultura rica e adoramos. Mas o Japão teve algo diferente, nos deixou com um sentimento especial de querer voltar o quanto antes. Queremos voltar em muitos lugares, mas acho que nunca tivemos tanto esse sentimento com nenhum outro país!

      Vamos escrever sim, e, o que é mais importante, dizer o que faria diferente, o que mudaria. Isso é, talvez, o mais importante, passar a nossa experiência para quem ainda vai, e incentivar e promover aquelas coisas que realmente foram boas e agradaram.

      Acredito que isso é certamente um serviço de interesse público, pois os blogs são vitais também para nós na hora de planejar as futuras viagens!

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    3. Que ótima notícia! Vou ficar aguardando o seu relato.

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    4. Também adorei a notícia! Vamos adorar publicar teu relato completo aqui, Rodrigo!
      Achamos que nosso passe foi muito bem usado mesmo heheheh...
      Usamos o JR pass na linha Yamanote em Tóquio também, mas para isso ele realmente não compensa.
      Também notamos o cumprimento dos fiscais de trem, a educação dos japoneses é coisa de outro planeta, foi o que mais nos marcou na viagem, chegávamos a ficar com vergonha de tanta educação, nos sentindo mal educados perto deles, sabe??

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