6 de novembro de 2016

como é voar para Amsterdam e Berlim com a companhia holandesa KLM (e o perrengue do ano no voo de volta para Porto Alegre)

Neste post vou contar tudo sobre os nossos voos para Amsterdam e Berlim com a companhia aérea holandesa KLM

E, infelizmente, preciso contar também que, numa viagem que milagrosamente quase terminava sem perrengues na conta, vivemos o maior susto das nossas vidas no voo Gol de volta para Porto Alegre, em razão do vendaval que, por azar, acontecia no exato momento do nosso pouso e que quase nos matou do coração. 

Mas vamos começar pelo começo, certo?

Compramos as nossas passagens para Berlim com a KLM porque foram as mais baratas que encontramos via Google Flights


Stopover gratuito em Amsterdam

Eles oferecem stopover gratuito em Amsterdam (onde são feitas todas as conexões da empresa holandesa na Europa), e foi uma pena que não tivéssemos mais tempo para curtir uns 2 ou 3 dias em Amsterdam, que é uma cidade onde já estivemos (várias vezes!), inclusive com o Lipinho piquirruchinho, e que amamos! 

Lipinho aos 2 aninhos curtindo uma preguicinha nos canais de Amsterdam

Check-in online perrenguento

Com 30hs de antecedência do horário do voo eles abrem o check-in online

Apareceu nos nossos boarding passes que tinham nos colocado naqueles assentos da fileira do meio, que detesto, láaaa na fila 59, que pensei até que fosse a última do avião (a última era a 63).

Não foi possível alterar os assentos online porque o mapa de assentos do voo estava sempre "temporariamente" indisponível todas as inúmeras vezes em que tentamos. 

Então liguei para o atendimento ao cliente e fui informada que só poderia trocar no Aeroporto de Guarulhos em São Paulo. Disseram ainda, durante o atendimento pelo telefone, que eu deveria chegar com bastante antecedência ao aeroporto para conseguir trocar os assentos. 

Ocorre que São Paulo, para nós, é apenas uma conexão, e não tínhamos possibilidade de chegar "bem cedo" ao aeroporto. Chegaríamos apenas quando nosso voo TAM, oriundo de Porto Alegre, chegasse. 

Depois do insucesso online e por telefone, tentei trocar os assentos via atendimento no Facebook, e obtive a mesma resposta pronta: teria que tentar em SP. 

Finalmente, resolvi reclamar publicamente no Twitter, escrevendo algo do tipo "@KLM porque é tão difícil trocar um assento nos voos da cia. aérea?" - aí, finalmente, eles entraram em contato pedindo o número da minha reserva para tentar me ajudar. 

No final das contas, fomos para o aeroporto em Porto Alegre bem cedo e conseguimos alterar lá mesmo, com a TAM, no momento do check-in

Disso tudo, 2 conclusões: 

1) reclamar publicamente no Twitter é a melhor maneira de eles te "ouvirem" e tentarem ajudar a resolver o problema; 

2) os funcionários de atendimento ao cliente deveriam ser mais bem treinados para fornecer informações precisas e corretas: se tivessem me informado, no primeiro telefonema, que eu poderia alterar os assentos no check-in em PoA com a TAM, e não só em SP como me informaram, teriam evitado toda encheção de saco e apurrinhação! 


Terminal 3 do Aeroporto Guarulhos

Decolamos em Porto Alegre (POA) abaixo de chuva e trovoadas e chegamos na terra da garoa com muito sol e céu azul de brigadeiro. 

O Terminal 3 de Guarulhos (GRU) está lindo, continua sendo renovado e, desta vez, não precisamos nem passar pela Polícia Federal: com nossos passaportes com chip, passamos pelos guichês automáticos com leitores de passaportes e prontinho! Coisa de primeiro mundo :) 



Como tínhamos muito tempo de conexão em São Paulo, nem nos apressamos! 

Usamos a internet gratuita no Starbucks, já que a conexão wifi gratuita do aeroporto só dura uma hora, e curtimos o fim de tarde.

Agora está bem fácil encontrar tomadas para carregar as baterias lá :)

Só o que ainda falta em Guarulhos é um transporte entre terminais - do desembarque doméstico até o embarque internacional é uma looooonga caminhada! Segundo me informaram os funcionários do aeroporto, dá uns 25min!
 


Reis do perrengue aéreo

Embarcamos torcendo para que, desta vez, tivéssemos mais sorte do que nas nossas últimas viagens - sem mortes no avião e pousos de emergência, por favor! 

Se você ainda não conhece esses nossos perrengues, veja os posts sobre nossos últimos voos para Zagreb (Croácia) e Calgary (Canadá): 

a caminho do Leste Europeu, um voo conturbado e uma lição para a vida: sobre morte no nosso avião, pouso emergencial e perda de conexão

Air Canada - tudo sobre a nossa experiência com a cia aérea canadense: sobre emergência médica no vôo e pouso emergencial

Aliás, estou começando a achar que estamos nos tornando - para além de reis do perrengue, "reis dos perrengues aéreos"!!

Veja outras situações de perrengue com companhias aéreas que passamos já narradas aqui no blog (dentre muitíssimas outras nunca narradas):




Voo KLM para Amsterdam

O embarque com a KLM começou com atraso e a decolagem atrasou uns 35min também, mas o voo chegou em Amsterdam no horário previsto, sem problemas além de algumas leves turbulências. 

O avião era um Boeing 777-300, imenso! São fileiras de 3 x 4 x 3 pessoas. Super apertadinho. Tudo azul :)

Não gostei do fato (absurdo) de que eles não têm entrada USB nos assentos. 

Por outro lado, adorei o anúncio de segurança, num vídeo feito com imagens dos famosos azulejos holandeses! Super criativo! 

Até postei parte do vídeo lá no Facebook.


O voo entre SP e Amsterdam dura 11hs e o fuso horário é de 4hs a mais em Amsterdam. 

Primeiro eles serviram bebidas (cerveja Heineken, vinho branco e tinto) e amêndoas e depois a janta (acompanhada de mais bebidas), bem gostosa, assinada pelo chef Rodrigo do restaurante Mocotó de SP (segundo informaram). 

Quando a janta terminou, eu estava terminando de assistir o primeiro filme da viagem, e depois ainda assisti outros 2 ou 3 filmes. 

A programação de bordo é muito boa, com muitas opções de bons filmes. Recomendo levar o seu próprio fonezinho de ouvido, para não ter que esperar que eles distribuam a bordo (bem demorado!). 

Por outro lado, os assentos mal reclinam e são super apertados - honestamente não entendo como aqueles gigantes holandeses viajam naqueles cubículos, nós até ríamos, porque parecia que estávamos em um cockpit (ou seria uma jaula?!). 

Além disso, estava calor, abafado no avião - acho que nunca dormi tão mal em um voo. Não havia posição confortável naquele aperto kkkk...ou eu que já estou velha demais para esses voos noturnos mal acomodada!

A tripulação, contudo, faz de tudo para amenizar: toalhinhas umedecidas, lanchinhos, muita distribuição de água e suco à vontade. 





Aeroporto Schiphol

Chegamos ao Aeroporto Schiphol (AMS) em Amsterdam ao meio-dia. 

Há alguns anos já havíamos voado de Londres para Amsterdam com o Lipe e já conhecíamos esse ótimo aeroporto, que mais parece um imenso shopping center

A conexão de internet lá é gratuita e ilimitada. 

Não perca de ver o relógio com o carinha que fica "dentro" dele pintando os minutos/horas - é genial. 

Postei um vídeo lá no Facebook.

Os carrinhos de carregar bagagem são de uso gratuito e os banheiros muito limpos! 

Dá pra ficar muitas horas passeando lá sem se chatear, tem ótimas livrarias, loja da Lego, da MAC, Starbucks...

De acordo com o painel de informações, deveríamos levar 24min caminhando para chegar ao portão de embarque do nosso vôo de conexão para Berlim, mas levamos bem mais que isso, passeando!

Na imigração, carimbaram nossos passaportes sem fazer uma única pergunta. 

Por sorte, o aeroporto tem poltronas de reclinar mega confortáveis e conseguimos relaxar um pouco. 









Voo KLM para Berlim

O voo de Amsterdam para Berlim da KLM decolou com 30min de atraso e chegou atrasado também no Aeroporto Berlin Tegel (TXL). 

Foi um voo super tranquilo, com poltronas mais confortáveis que o anterior, 2 fileiras de 3 poltronas cada - xxx - xxx - com direito a lanchinho de falafel com bebidas e uma paisagem linda pela janela, cheia de geradores de energia eólica - pelo jeito, os moinhos de vento holandeses estão com os dias contados!



Aeroporto Berlin Tegel

Em Berlin Tegel (TXL), resgatamos com alívio nossas malas, das quais não sentíamos nem o cheiro desde que as despachamos em Porto Alegre, e fomos pegar o ônibus para o hotel (€ 2,70). 

Esse aeroporto fica bem perto do centro da cidade (uns 8Km), diferentemente do Aeroporto Berlin Schonefeld (SXF), de onde voamos para a Islândia no outro dia, que fica super distante (uns 23Km). 


Desta vez, passamos incólumes e sem percalços pelos 3 voos e mais de 24hs de viagem!

Ah, e o Aeroporto Tegel também oferece free wifi, mas é por apenas uma hora! 


  
A volta

Nosso voo de retorno também partia do Aeroporto Berlin Tegel, e desta vez resolvemos ir de táxi para o aeroporto, pois tínhamos que estar lá às 4hs da madrugada, e pegar transporte público com as bagagens, neste horário, mesmo em Berlim, seria muito perrengue. 

A recepcionista do nosso excelente hotel em Berlim - Berliner Hof - chamou o táxi para nós, que chegou em 5 minutos e custou 29 euros

voo com embarque às 5:30 da manhã não é coisa de Deus :(


Tax refund

Como tínhamos feito algumas comprinhas em Berlim - na Uniqlo e na KaDeWe (Lego) - queríamos passar no tax refund do aeroporto para "resgatar" 60 euros que tínhamos para reaver do governo alemão :)

Infelizmente, se o seu embarque, assim como o nosso, é durante a madrugada, não será possível receber os seus eurinhos de volta em cash

Você tem que ir no tax refund antes do check-in e de despachar as malas - pois os agentes podem querer ver os produtos que você comprou - com os documentos preenchidos, notas fiscais e passaporte em punho. 

No Aeroporto Tegel, o tax refund fica no saguão do terminal de embarques - é fácil de encontrar - mas vá para o aeroporto com bastante antecedência, pois pode haver fila. 

Depois que eles carimbam os documentos, você se dirige ao balcão ao lado para receber o dinheiro em espécie, se estiver funcionando. 

Como este balcão não abre antes das 6hs da manhã, tive que depositar os meus documentos de tax refund e as notas fiscais numa urna que fica ali e estou torcendo para ser de fato ressarcida no meu cartão de crédito, como prometido.     

com embarque de madrugada, nada de ver meus euros de volta!

Apuros em Amsterdam

No Aeroporto Schiphol, na Holanda, durante a conexão, tivemos uma chateação com a imigração como eu não tinha desde meus 23 anos, quando mochilava pela Europa e viajava de ônibus entre Amsterdam e Londres (naquela ocasião, passei por uma revista milimétrica - acho que, depois de meses mochilando pela Europa, e vindo de Amsterdam, eu não estava com uma cara muito boa, provavelmente procuravam maconha ou haxixe hahahaha...). 

Mas, voltando ao presente, sempre pensei que ter um passaporte cheio de carimbos fosse uma coisa boa - afinal, na maioria das fronteiras, os fiscais olham nossos documentos e, ao ver um monte de entradas em vários países, mal olham para as nossas caras e nos mandam passar direto - até esta última viagem. 

Em Amsterdam, a policial bocaberta se atirou com toda vontade no primeiro carimbo europeu que encontrou no meu passaporte - no caso, um carimbo de entrada em Lisboa de 2014 - e pensou que estivéssemos 'ilegais' na Europa há mais de 2 anos, com direito a nos tirar da fila e nos levar para salinha com outros policiais e tudo!! 

Mesmo depois de explicarmos por a+b que aquele carimbo era velho e que o carimbo de entrada na Holanda há 2 semanas deveria estar em outra página, demorou um bom tempo para nos liberarem! 

E eu pensei que este tinha sido o grande perrengue da viagem! #sabedenadainocente 

Veja, abaixo, os "carimbos da confusão":



Os voos

Os voos de volta com a KLM para Amsterdam e depois para São Paulo foram bem tranquilos. 

Depois da confusão com a imigração no Aeroporto Schiphol na Holanda, aproveitei até para comprar guias de viagem já pensando nas próximas aventuras! Porque não tem jeito melhor de enfrentar a DPV - depressão pós-viagem - do que programar a próxima, né???

Uma coisa que precisa ser dita é que, embora o aeroporto holandês seja imenso, ele é super bem sinalizado, com informações em inglês por todos os cantos. 

Aliás, vale dizer também que os alemães e os holandeses, como regra, falam inglês fluentemente. Já outras línguas, como o espanhol, não são tão comuns por lá. 

Se você se comunica bem em inglês, não vai ter nenhum problema na Alemanha e nem na Holanda! Se não fala inglês, o jeito é apelar para a mímica e a simpatia brasileira :)

Como foram 2 voos diurnos, dormimos bem pouco e assistimos muiiiitos filmes!

Já estávamos exaustos quando finalmente chegamos em São Paulo, e ainda tínhamos que recolher malas, despachar malas, fazer mais uma conexão e enfrentar mais um voo até Porto Alegre ainda naquela noite!





O perrengue do ano

Tudo ia bem no nosso último voo até o comandante mandar apertar os cintos e preparar para o pouso. 

Estranhamente, ele não avisou que passaríamos por uma zona de turbulência, como os pilotos costumam fazer - aquele horror veio do nada, logo que ele embicou para ultrapassar as nuvens e descer para pousar. 

Já passamos por várias turbulências brabinhas - o que é absolutamente normal, pois, contando muito por cima, já acumulamos bem mais de 300 voos - mas nunca passamos por nada parecido antes, com todo mundo no avião rezando, gritando e pensando que já era.

Foi a primeira vez que eu realmente pensei que ia morrer - só víamos aquele avião despencando no ar, como se estivesse sem piloto na cabine, as coisas caindo, voando pelo ar...

Uma senhora voou e quebrou algumas costelas :(

Ainda bem que nós já estávamos de cinto de segurança (eu só tiro para ir ao banheiro) - e bem apertado - pois parecia que estávamos numa montanha-russa. O estômago vinha na garganta e as pessoas vomitavam.  

Em resumo, foi horrível. Eu realmente achei que o avião ia despencar naquela tentativa de pouso em PoA e que nós íamos morrer os 2 juntos e deixar o Lipe sem pai nem mãe. 

Por sorte o piloto logo percebeu que não dava mesmo (ou lhe avisaram) - tinha um vendaval assolando Porto Alegre exatamente naquele momento - puro azar nosso, e arremeteu. 

Depois de algum tempo zanzando sobre a tempestade, seguiu de volta para Florianópolis, onde pousamos e a equipe médica logo entrou no avião para atender aos que passavam mal.

Uma senhora que estava algumas fileiras atrás de nós saiu de cadeira de rodas, bem machucada.  

E eu só pensava em chegar em casa e abraçar meu filhote.

Racionalmente, a gente sabe que avião não cai por causa de turbulência, raios ou tempestade - mas garanto a vocês que ninguém consegue racionalizar numa situação como a que passamos. Podem ter certeza que não saiu cueca limpa daquele avião. 

Ficamos algumas horas sem saber o que fazer - na verdade, nem o piloto sabia. Um pouco nos mandava desembarcar, pegar as malas e ir pro hotel que a Gol forneceria; minutos depois, nos mandava sentar novamente nos nossos assentos, porque a tripulação iria nos "servir snacks". Parecia piada. 

Olhávamos no site da Infraero e todos os voos daquele horário haviam sido desviados de Porto Alegre - apenas um único conseguiu pousar, e dizem que foi um pouso terrível. Mas, uns 30 minutos depois, os voos já estavam pousando normalmente - nós tivemos mesmo muito azar de o pior momento da tormenta e o vendaval terem ocorrido justamente no momento do nosso pouso! Foi um susto que não desejo para ninguém! 

Finalmente eles ofereceram hotel para os passageiros que não tinham "condições psicológicas" de voar naquela noite, e muita gente optou por ficar em Floripa. Se tivessem me oferecido uma passagem de ônibus, eu teria me mandado de volta pra casa de busão! 

Eu, que nunca tive medo nenhum de avião, fiquei traumatizada - nem sei de onde tirei forças para subir de novo naquele avião quando, lá pelas 3 da manhã, o comandante avisou que o tempo havia melhorado em Porto Alegre e que poderíamos seguir viagem. 

Não tenho nenhuma dúvida de que só embarquei novamente porque precisava chegar logo em casa e abraçar o Lipinho. 

Eu sabia de histórias de casais que só viajam em voos separados e achava um exagero - mas, depois do horror que passamos, nem sei mais se considero essa alternativa tão exagerada assim. 

Só o que eu pensava, durante os momentos de pânico, é que não poderíamos morrer os 2 ao mesmo tempo e deixar o Lipe sem nenhum de nós. 

Mas chega desse assunto pesado, né? Não é nem bom lembrar...

a única imagem que me vinha à cabeça durante os piores momentos

Vocês conhecem casais que façam isso (voar separados)? Já passou por momentos de verdadeiro pânico num voo? Conta pra gente!


Já voou com a KLM para a Europa? Como foi?? Deixe a sua dica na nossa caixa de comentários!

Não deixe de confirmar todas as informações antes da sua viagem - as dicas que pus no post são relativas a outubro de 2016, época da nossa viagem. 

No próximo post, continuamos contando sobre a nossa viagem à Islândia e Berlim - não saia daí! 

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22 comentários:

  1. Guria, te entendo 100%. Logo que comecei a namorar meu marido pegamos um vôo assim. Te digo uma coisa: foram 7 anos para me livrar do pânico de voar (que não impedia de voar, mas tornava tudo muito muito difícil).

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    1. Que jeito de começar namoro! Espero não levar tanto tempo pra me livrar desse trauma!
      Beijo

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  2. Meu Deus do céu que desespero! Eu nunca passei por nada parecido e imagino o alívio ao abraçar o Lipe. Graças à Deus deu tudo certo. Bjs

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    1. Nem me fala, Barbara! Não queria mais soltar meu gordinho! Ele já está perguntando quando vamos viajar de novo e "deixar ele em paz" hahahaha

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  3. Jzuis amado! Eu tava em NY e soube da previsão de tempestade em POA e pensei: "só falta ser na hora do nosso vôo!" mas foi na madrugada anterior, ufa. E quanto aos filhos, eu ainda não tive coragem de viajar sem eles por vários motivos, mas principalmente pela saudade. Eu acho q ia mais sofrer se saudade do que aproveitar a viagem kkk

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    1. O máximo que eu aguento são 2 semanas, Michelle! Depois vira sofrimento mesmo!

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  4. Aff, Clau!! Que perrengue! A parte de voar não é meu momento favorito da viagem, mas hoje em dia já não ligo mais, tento não pensar muito e vai... Mas nem posso imaginar o que vocês passaram!! Ainda bem que deu tudo certo!!
    Beijão!

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    1. Eu nunca tive medo, até curtia essa parte, Marcela, espero que essas lembranças ruins passem logo!

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  5. Ai Deus me livre passar por isso... que perrengão... nem eu vou esquecer sua história... mas passou, estão bem, isso é o que importa, agora bora contar pra gente todas as coisas boas dessa viagem maravilhosa!!!!! bjs

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  6. Claudia, juro que me deu dor de estômago ler teu relato. Me coloco no lugar de voces, pois morro de medo de faltarmos e deixarmos as meninas desamparadas! Graças a Deus deu tudo certo. bjs

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  7. Acima de tudo, que bom que vocês chegaram bem! Isso é que interessa! Mas a vida é cheia de riscos mesmo... Parece que os perrengues fazem parte das viagens e que bom que, depois que passam, a maioria deles rendem histórias a mais para nos lembrar... alguns são até engraçados de contar (sei que não foi esse o caso da turbulência)... tenho certeza de que assustou mais do que o urso no Peyto Lake, nas montanhas rochosas do Canadá!

    E essa então, do carimbo no passaporte!!! ai, ai.... vou ficar atento nas próximas vezes, conferir bem em que página ficou aquele carimbo de entrada no outro país.... e, no mais, cintos afivelados do tempo todo! Um abraço pra vcs!

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    1. Rodrigo, e o pior é que eu perguntei justamente isso pro Peg e ele me disse que o urso ainda foi bem pior kkkkk

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  8. Claudia, fiquei com o coração na mão lendo seu post. Que aflição! Uma vez comentei com o marido de viajarmos separados, vou mostrar teu post pra ele! Bjos! :*

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  9. Gente que aflição!!
    Depois de toda a viagem tu só quer chegar em casa!
    Eu cheguei na tarde anterior me escapando de um temporal em Vancouver que fechou o aeroporto 30min depois que saí de lá e cheguei aqui um dia antes desse temporal horrível.
    Espero que o medo passe logo!
    Bjos

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  10. Nossa, que pânico!!! Fiquei super impressionada com o teu relato!! Amo viajar, mas detesto voar (especialmente depois da chegada dos pequenos). Tanto que, pouco antes da nossa quarta viagem sem eles, resolvemos procurar um advogado para redigir um documento deixando muito claras as nossas vontades em relação à guarda e mais procurações para o caso do momento "já era" com nós dois a bordo.... parece exagero, mas quem tem filhos entende. Viajei muito mais leve depois de deixar tudo organizado!

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  11. Eu sofro do mesmo mal e por coincidência foi nos voos indo e vindo do POA que o panico comecou, quando meu marido que na epoca era namorado morava em SP eu ia a cada 15 dias em um voo que sempre tinha escala ou no PR ou SC, nao tinha voo direto e para meu azar em apenas 1 ano eu consegui pegar todo o tipo de turbulencia, uma vez uma rajada de vendo do nada, o aviao virou a asa e foi uma gritaria, em uma descida surreal em POA com o voo cheio de criancas de uma excursão eu acho, eles levantavam os bracos e gritavam como se estivessem em uma montanha russa, resumo, ja fiz terapia de todos os tipo e é sempre um transtorno cada viagem, taquicardia, suador nas maos, minhas pernas tremem sem controle, se começa a ter turbulência eu nao consigo falar com ninguem e tranco a respiração, terrivel, ja tentei de tudo de remedio a bebedeira no voo, tenho vergonhosas histórias de tentativas, mas ainda nao passou, quando voce achar algo que funcione em voce, por favor divida comigo. Boa sorte

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