20 de novembro de 2011

os vistos da nossa viagem ao redor do mundo


A coisa mais chata de uma viagem é sempre conseguir os vistos necessários.

Para uma viagem como essa última que a gente fez, 16 países, é um verdadeiro caos!




Antes de embarcar, nós compramos os vistos para a Mongólia e para a China, que eram os mais complicados e certamente seria muito difícil de consegui-los durante a viagem. Os 2 foram feitos através de um despachante que já era nosso conhecido de outras viagens, em São Paulo. Mandamos toda a papelada, o dindim, e pluft: praticamente na véspera do embarque chegaram os tão esperados vistos pelo correio.

Conheça essa história aqui:




Sabíamos que o visto indiano também era chato de se conseguir, mas poderia ser feito na Embaixada da Índia em Kathmandu, no Nepal, inclusive mais barato do que custaria no Brasil, então foi assim que o fizemos.

O mais problemático era o visto para o Tibet, que deveria ser feito na China e, de tão problemático, simplesmente não saiu. Foi a maior frustração da viagem - vai ter que ficar para uma próxima vez!

Saiba como fomos barrados no Tibet:



Na Europa, hoje em dia, poucos países ainda exigem que se faça visto antecipadamente. Nos países por onde andamos, Inglaterra, Escócia, Estônia, Holanda e Portugal, conseguimos o carimbo no passaporte na chegada, nos aeroportos, sem qualquer problema (inclusive, graças ao Felipe, quase sempre podíamos furar as filas, hehehe...).

Para a Rússia, tínhamos a informação de que não era necessário visto para os brasileiros - chegamos na fronteira prendendo a respiração mas, mais uma vez, passamos ilesos pela imigração russa.

Leia mais sobre visto russo aqui:



O visto nepalês é comprado na chegada, tem que ter fotos 3X4 e 5X7 sempre à mão, para esses casos, e os benditos dólares. O do Felipe, desta vez, miraculosamente, saiu de graça!

Para ir a Mianmar passamos um sufoco, pois já tínhamos comprado as passagens aéreas e não sabíamos que era feriado no país e a Embaixada de Mianmar em Bangkok estava fechada na véspera. Armei um fuzuê, fiz cara de choro e uma funcionária de bom coração cuspiu os nossos 3 vistos a tempo!



Os vistos tailandeses e para visitar o Laos, a Malásia e Cingapura são garantidos no aeroporto, logo depois do desembarque, e saem de graça.

Já na Indonésia também são feitos no desembarque, mas custam U$ 25 cada um, inclusive para crianças, sem desconto!



Se você pretende fazer uma viagem comprida assim, por vários países, recomendamos que faça como nós fizemos. Não adianta querer sair para viajar já com todos os vistos na mão, porque alguns deles têm prazo de validade, como é o caso do indiano, e quando chegássemos na Índia já teria vencido. Então é melhor deixar para ir pegando no decorrer da viagem. Normalmente isso sai mais barato do que comprando no Brasil. O visto chinês, por exemplo, feito em Hong Kong, custa muito menos do que se feito em São Paulo, e é bem mais rápido também!


Leve sempre consigo, para facilitar as coisas:

carteira internacional de vacinação, com a vacina da febre amarela, que é exigida em vários países, principalmente na Tailândia;

várias fotos 3X4 e 5X7, fundo branco, colorida, cara séria, sem enfeites e sem data;

documentos que comprovem que você tem porque voltar para o seu país de origem, como extratos bancários, contracheques, declaração de Imposto de Renda, comprovante de que tem emprego fixo,...

cartões de crédito;

canetas para preencher os infindáveis formulários; e

dólares, muitos dólares!!! (além de uma paciência de Jó para lidar com funcionários burocratas)



E lembre que as crianças precisam de tudo o que nós, adultos, precisamos - passaportes, vistos, etc - e quase sempre custam tão caro quanto nós, infelizmente!

Veja aqui como fazer o passaporte do seu filho:




É uma coisa realmente chata, mas, ao mesmo tempo, é muito legal ver um passaporte cheio de carimbos! Todas as fotos deste post são do passaporte do Felipe, que, com 2 aninhos, já tem mais carimbos no passaporte do que muitos marmanjos jamais vão ter!!! Sem contar que, quanto mais carimbos, menos atenção a gente chama quando chega na imigração de qualquer país.

O funcionário da imigração inglesa, por exemplo, no Aeroporto de Heathrow, quando viu nosso passaporte todo carimbado, nem nos fez as perguntas de praxe (o que pretendem fazer na Inglaterra?, têm passagens de volta?, têm reservas de hotel?, carregam dinheiro?)...






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