26 de maio de 2011

qualquer coisa é possível num trem

Recado da minha colega Jaque, retirado de "O Grande Bazar Ferroviário", do Paul Theroux, um livro lindo e loooongo que eu li há muito tempo:

Qualquer coisa é possível num trem, uma refeição deliciosa, uma noitada, um jogo de cartas, uma intriga e monólogos de estranhos construídos como contos russos. Minha intenção era embarcar em cada trem que me aparecesse pela frente da Victoria station em Londres até a estação central em Tóquio; tomaria a linha secundária até Simla, atravessaria o passo de Khaybar, e tomaria a linha direta que conecta as ferrovias indianas com o Ceilão; viajaria no expresso de Mandalay, no Flecha de Ouro da Malásia, nos trens locais do Vietnã, e nos trens com nomes mágicos como o Expresso do Oriente, o Estrela do Norte e o Transiberiano. Eu procurava trens; encontrei passageiros...

tomando um leitinho e dormindo (bem) abraçadinho no papai num trem russo, entre São Petesburgo e Moscou ------>>>

assim são os vagões platskartny: 4 pessoas em beliches na cabine e 2 em um beliche no corredor, tudo aberto

22h54min, pegando o trem para Moscou, com o dia ainda claro!

as provodnitsas fornecem colchonetes, travesseiros e lençóis para a gente arrumar as caminhas nos trens

na famosa estação ferroviária Vitebsky Vokzal, em São Petesburgo


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