17 de fevereiro de 2010

6 maravilhas do mundo moderno

Conheci o Cristo Redentor em minha primeira viagem ao Rio de Janeiro, com a minha avó, quando era criança. Voltei em setembro de 2006, primavera, e posso garantir que maravilha mesmo é a vista que se tem de cima do Corcovado: o Rio de Janeiro continua lindo! 

O Cristo Redentor é um monumento de Jesus Cristo localizado na cidade do Rio de Janeiro, Brasil. Está localizado no topo do morro do Corcovado, a 709 metros acima do nível do mar. De seus 38 metros, 8 estão no pedestal. Foi inaugurado em outubro de 1931, depois de cerca de 5 anos de obras. Um símbolo do cristianismo, o monumento tornou-se um dos ícones mais reconhecidos internacionalmente do Rio e do Brasil. Em 2007 foi eleito uma das novas 7 maravilhas do mundo. O Guiness World Records considera o Cristo Redentor a maior estátua de Cristo no mundo.




  

Conhecemos Machu Picchu em 2005, numa longa viagem pela América do Sul que incluiu o Peru, depois de passar 3 dias percorrendo a famosa Trilha Inca, saindo de Cusco, sob sol, chuva e soroche. Chegamos ao amanhecer do quarto dia, embaixo de muita chuva, totalmente encharcados e com os pés cheios de bolhas, mas valeu cada minuto: o lugar é realmente incrível!


Em quíchua Machu Pikchu, "velha montanha", também chamada "cidade perdida dos Incas", é uma cidade pré-colombiana bem conservada, localizada no topo de uma montanha, a 2.400 metros de altitude, no vale do rio Urubamba, atual Peru. Foi construída no século XV, sob as ordens de Pachacuti. O local é, provavelmente, o símbolo mais típico do Império Inca, quer devido à sua original localização e características geológicas, quer devido à sua descoberta tardia em 1911. Apenas cerca de 30% da cidade é de construção original, o restante foi reconstruído. As áreas reconstruídas são facilmente reconhecidas, pelo encaixe entre as pedras. A construção original é formada por pedras maiores, e com encaixes com pouco espaço entre as rochas.


Consta de duas grandes áreas: a agrícola, formada principalmente por terraços e recintos de armazenagem de alimentos; e a outra urbana, na qual se destaca a zona sagrada com templos, praças e mausoléus reais.

A disposição dos prédios, a excelência do trabalho e o grande número de terraços para agricultura são impressionantes, destacando a grande capacidade daquela sociedade. No meio das montanhas, os templos, casas e cemitérios estão distribuídos de maneira organizada, abrindo ruas e aproveitando o espaço com escadarias.

Há diversas teorias sobre a função de Machu Picchu, e a mais aceita afirma que foi um assentamento construído com o objetivo de supervisionar a economia das regiões conquistadas e com o propósito secreto de refugiar o soberano Inca e seu séquito mais próximo, no caso de ataque.


O Peru é o berço da civilização Inca, cujas marcas estão espalhadas pelo país, representadas nas sagradas ruínas de Machu Picchu, nos templos grandiosos e na natureza exuberante.

Pela obra humana e pela localização geográfica, Machu Picchu é considerada Patrimônio Mundial pela UNESCO. Foi o professor norte-americano Hiram Bingham quem, à frente de uma expedição da Universidade de Yale, redescobriu e apresentou ao mundo Machu Picchu em 24 de julho de 1911. Este antropólogo, historiador e explorador aficcionado da arqueologia criou o nome de "a Cidade Perdida dos Incas" através de seu primeiro livro, Lost City of the Incas. Porém, naquela época, a meta de Bingham era outra: encontrar a legendária capital dos descendentes dos Incas, Vilcabamba, tida como baluarte da resistência contra os invasores espanhóis, entre 1536 e 1572. Ao penetrar pelo cânion do Urubamba, Bingham, no desolado sítio de Mandorbamba, recebeu do camponês Melchor Arteaga o relato de que no alto do cerro Machu Picchu existiam abundantes ruínas. Alcançá-las significava subir por uma empinada ladeira coberta de vegetação. Quando Bingham chegou à cidade pela primeira vez, obviamente encontrou-a tomada por vegetação nativa e árvores. E também era infestada de víboras. Chegando ao cume, um dos meninos das 2 famílias de pastores que residiam no local o conduziu aonde, efetivamente, apareciam imponentes construções arqueológicas cobertas pelo manto verde da vegetação tropical, em evidente estado de abandono há muitos séculos. Enquanto inspecionava as ruínas, Bingham, assombrado, anotou em seu diário: "Would anyone believe what I have found?" (alguém acreditará no que encontrei?)

Depois desta expedição, Bingham voltou ao lugar em 1912 e, nos anos seguintes (1914 e 1915), diversos exploradores levantaram mapas e exploraram detalhadamente o local e os arredores. Suas escavações, não muito ortodoxas, em diversos lugares de Machu Picchu, permitiram-lhe reunir 555 vasos, aproximadamente 220 objetos de bronze, cobre, prata e de pedra, entre outros materiais. A cerâmica mostra expressões da arte inca e o mesmo deve dizer-se das peças de metal: braceletes, brincos e prendedores decorados, além de facas e machados. Ainda que não tenham sido encontrados objetos de ouro, o material identificado por Bingham era suficiente para inferir que Machu Picchu remonta aos tempos de esplendor inca, algo que já evidenciava seu estilo arquitetônico. Tanto os restos encontrados como as evidências arquitetônicas levam os investigadores a crer que a cidade de Machu Picchu terminou de ser construída entre o fim do século XV e o início do século XVI.

A expedição de Bingham, patrocinada não somente pela Universidade de Yale como também pela National Geographic Society, foi registrada em uma edição especial da revista, publicada em 1913, contendo um total de 186 páginas, que incluía centenas de fotografias. 


A cidade importante mais próxima é Cusco, atual capital regional e antiga capital dos incas, a 130 quilômetros dali. Machu Picchu recebe turistas do mundo todo. A infraestrutura completa para o turista está nas vizinhas cidades de Águas Calientes e Cusco.

A partir da cidade de Cusco a viagem de trem leva de 3 a 4 horas, até chegar ao povoado de Águas Calientes. Neste local há micro-ônibus freqüentes, que levam cerca de 30 minutos para chegar a Machu Picchu, pela rodovia Hiram Bingham, que sobe a encosta do cerro Machu Picchu desde a estação ferroviária "Puente Ruinas", localizada no fundo do cânion. A ausência de uma rodovia direta a Machu Picchu é intencional e permite controlar o fluxo de visitantes à região, por ser uma reserva nacional. Isso, porém, não impediu o crescimento desordenado (criticado pelas autoridades culturais) de Águas Calientes, que vive do turismo e para o turismo, pois há hotéis e restaurantes de diferentes categorias no local. 


É possível também seguir o Caminho Inca em uma caminhada de 4 dias e chegar a Machu Picchu pela "porta do Sol". Para isso é necessário tomar o trem até o km 82 da ferrovia Cusco-Águas Calientes, de onde parte o caminho a pé. Pode-se realizar a trilha completa, caminhando os 45 quilômetros em 4 dias, com pernoites nos acampamentos com infra-estrutura, ou fazer a trilha curta, que pode ser realizada de 2 maneiras: em 2 dias, com pernoite no alojamento próximo às ruínas de Wina Wayna, chegando à Porta do Sol pela manhã, ou caminhar os 12 quilômetros num único dia, chegando em Machu Picchu no final da tarde. 


Fui ao Coliseu, em Roma (e à Europa), pela primeira vez, em 1999, com 22 anos, no rigor do inverno europeu. Voltei à Itália com a minha mãe no Jubileu do Milênio, ano 2000, Roma explodindo de turistas, em plena Páscoa. Em 2008, fizemos uma super viagem de carro ao redor de toda a Itália, saindo de Roma, com nova ida ao Coliseu: a coisa toda se parecia com a saída do Beira-Rio depois de um Grenal!!! 


O Coliseu, também conhecido como Anfiteatro Flaviano, deve seu nome à expressão latina Colosseum, devido à estátua colossal de Nero, que ficava perto da edificação. Localizado no centro de Roma, é uma exceção entre os anfiteatros pelo seu relevo arquitetônico.


Originalmente capaz de albergar perto de 50.000 pessoas, e com 48 metros de altura, era usado para variados espetáculos. Foi construído a leste do fórum romano e demorou entre 8 a 10 anos para ser construído. O Coliseu foi utilizado durante aproximadamente 500 anos, tendo sido o último registro efetuado no século VI da nossa era, bastante tempo depois da queda de Roma em 476.



O edifício deixou de ser usado para entretenimento no começo da Idade Média, mas foi mais tarde usado como habitação, oficina, forte, pedreira, sede de ordens religiosas e templo cristão. Embora esteja agora em ruínas devido a terremotos e pilhagens, o Coliseu sempre foi visto como símbolo do Império Romano, sendo um dos melhores exemplos da sua arquitetura. Atualmente é uma das maiores atrações turísticas em Roma.
  

Dentre todas as maravilhas modernas, a que mais me impressionou foi, sem sombra de dúvida, o belíssimo Taj Mahal, em Agra, na Índia. Talvez porque foi a nossa primeira big trip mundo afora juntos, em 2004, o famoso mausoléu nunca mais saiu da minha cabeça, e quero voltar logo, logo... 


O Taj Mahal é um mausoléu situado em Agra, na Índia, sendo o mais conhecido dos monumentos do país. Encontra-se classificado pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade. A obra foi feita entre 1630 e 1652 com a força de cerca de 20 mil homens, trazidos de várias cidades do Oriente, para trabalhar no suntuoso monumento de mármore branco que o imperador Shah Jahan mandou construir em memória de sua esposa favorita, Aryumand Banu Begam, a quem chamava de Mumtaz Mahal ("A jóia do palácio"). Ela morreu após dar à luz o 14º filho, tendo o Taj Mahal sido construído sobre seu túmulo, junto ao rio Yamuna. 


Assim, o Taj Mahal é também conhecido como a maior prova de amor do mundo, contendo inscrições retiradas do Corão. É incrustado com pedras semipreciosas, tais como o lápis-lazúli, dentre outras. A sua cúpula é costurada com fios de ouro. O edifício é flanqueado por 2 mesquitas e cercado por 4 minaretes.

Supõe-se que o imperador pretendesse fazer para ele próprio uma réplica do Taj Mahal original na outra margem do rio, em mármore preto, mas acabou deposto antes do início das obras por um de seus filhos.


O Taj Mahal parece a encarnação de todas as coisas puras, de todas as coisas sagradas e de todas as coisas infelizes. Este é o mistério do edifício. Uma lágrima no limiar dos tempos. Rabindranath Tagore

Fomos à Petra, na Jordânia, em 2007, numa viagem que fizemos pelo Oriente Médio: é tudo aquilo que a gente imaginava dos filmes do Indiana Jones e muito mais!  


Petra é um importante enclave arqueológico na Jordânia, situado no grande vale que vai do Mar Morto ao Golfo de Aqaba. A região onde se encontra Petra foi ocupada por volta do ano 1200 a.C. pela tribo dos Edomitas, recebendo o nome de Edom. A região sofreu numerosas incursões por parte das tribos israelitas, mas permaneceu sob domínio edomita até a anexação pelo império persa. Importante rota comercial entre a Península Arábica e Damasco (Síria) durante o século VI a.C., Edom foi colonizada pelos Nabateus (uma das tribos árabes), o que forçou os Edomitas a mudarem-se para o sul da Palestina. O ano 312 a.C. é apontado como data do estabelecimento dos Nabateus no enclave de Petra e da nomeação desta como sua capital. Durante o período de influência helenística dos Selêucidas e dos Ptolomaicos, Petra e a região envolvente floresceram material e culturalmente, graças ao aumento das trocas comerciais pela fundação de novas cidades: Rabbath 'Ammon (a moderna Amã) e Gerasa (atualmente Jerash). Devido aos conflitos entre Selêucidas e Ptolomaicos, os Nabateus ganharam o controle das rotas de comércio entre a Arábia e a Síria. Sob domínio nabateu, Petra converteu-se no eixo do comércio de especiarias, servindo de ponto de encontro entre as caravanas provenientes de Aqaba e as de cidades de Damasco e Palmira. O estilo arquitetônico dos Nabateus, de influência greco-romana e oriental, revela a sua natureza ativa e cosmopolita. 


Entre os anos 64 e 63 a.C., os territórios nabateus foram conquistados pelo general Pompeu e anexados ao Império Romano, na sua campanha para reconquistar as cidades tomadas pelos Hebreus. Contudo, após a vitória, Roma concedeu relativa autonomia a Petra e aos Nabateus, sendo as suas únicas obrigações o pagamento de impostos e a defesa das fronteiras das tribos do deserto.

No entanto, em 106 d.C., Trajano retirou-lhes este estatuto, convertendo Petra e Nabateia em províncias sob o controle direto de Roma (Arábia Petrae). Adriano, seu sucessor, rebatizou-a de Hadriana Petrae, em honra de si próprio.

Em 380 d.C., o Cristianismo converteu-se na religião oficial do Império Romano, o que teve as suas repercussões na região de Petra. Em 395, Constantino fundou o Império Bizantino, com capital em Constantinopla (atual Istambul). 


Petra continuou a prosperar sob o seu domínio até o ano em que um terremoto destruiu quase metade da cidade. Contudo a cidade não morreu: após este acontecimento muitos dos edifícios "antigos" foram derrubados e reutilizados para a construção de novos, em particular igrejas e edifícios públicos.

Em 551, um segundo terremoto (mais grave que o anterior) destruiu a cidade quase por completo. Petra não conseguiu se recuperar desta catástrofe, pois a mudança nas rotas comerciais diminuíram o interesse neste enclave.

As ruínas de Petra foram objeto de curiosidade a partir da Idade Média, atraindo visitantes como o sultão Baybars do Egito, no princípio do século XIII. O primeiro europeu a descobrir as ruínas de Petra foi Johann Ludwig Burckhardt (1812), tendo o primeiro estudo arqueológico científico sido empreendido por Ernst Brünnow e Alfred von Domaszewski, publicado na sua obra Die Provincia Arabia (1904). 


Em 1985 Petra foi reconhecida como Patrimônio da Humanidade pela UNESCO.


O edifício da Câmara do Tesouro, em Petra, foi utilizado como cenário no filme Indiana Jones e a Última Cruzada. O interior mostrado no filme não corresponde, no entanto, ao interior do dito edifício, tendo sido fabricado em estúdio. 


Petra é famosa principalmente pelos seus monumentos escavados na rocha, que apresentam fachadas de tipo helenístico (como o célebre Al Khazneh). Peritos no domínio da hidráulica, os Nabateus dotaram a cidade de um enorme sistema de túneis e de câmaras de água. Um teatro, construído à imagem dos modelos greco-romanos, dispunha de capacidade para 4.000 espectadores. 

 

  
Em novembro de 2009, a cidade de Petra foi palco para a novela brasileira "Viver a Vida" de Manoel Carlos. Entre os destaques na cidade, foi realizado o Petra Fashion Days, desfile de moda à céu aberto em frente as ruínas da Câmara do Tesouro (Al Khazneh). Na verdade o desfile não foi realizado no local. A Rede Globo enviou junto com os atores, uma equipe que fotografou todo o cenário com técnicas de 3D. As imagens foram inseridas por computador, atrás do palco montado em estúdio para o desfile, que contou com as personagens Helena (Taís Araújo) e Luciana (Alinne Moraes).

  

Em 2006 fomos à China, na nossa segunda viagem pela Ásia – primeira parada: Pequim; primeiro passeio: The Great Wall!!! A Muralha da China é mesmo impressionante e, se não pode ser vista da Lua, com certeza pode ser avistada do avião...

  
  
A Grande Muralha da China é uma impressionante estrutura de arquitetura militar construída durante a China Imperial. Embora seja comum a idéia de que se trata de uma única estrutura, na realidade consiste em diversas muralhas, construídas por várias dinastias ao longo de cerca de dois milênios. Se, no passado, a sua função foi essencialmente defensiva, no presente constitui um símbolo da China e uma procurada atração turística. As suas diferentes partes distribuem-se entre o Mar Amarelo (litoral Nordeste da China) e o deserto de Góbi e a Mongólia (a Noroeste). A muralha começou a ser erguida por volta de 221 a.C. por determinação do primeiro imperador chinês, Qin Shihuang. Embora a Dinastia Chin não tenha deixado relatos sobre as técnicas construtivas que empregou e nem sobre o número de trabalhadores envolvidos, sabe-se que a obra aproveitou uma série de fortificações construídas por reinos anteriores. Com aproximadamente 3.000 quilômetros de extensão à época, a sua função era a de conter as constantes invasões dos povos ao Norte. Com a morte do imperador Qin Shihuang, iniciou-se na China um período de agitações políticas e de revoltas, durante o qual os trabalhos na Grande Muralha ficaram paralisados. Com a ascensão da Dinastia Han ao poder, por volta de 206 a.C., reiniciou-se o crescimento chinês e os trabalhos na muralha foram retomados ao longo dos séculos até seu esplendor na Dinastia Ming, por volta do século XV, quando adquiriu as atuais feições e uma extensão de cerca de 7.000 quilômetros, estendendo-se de Shanghai, a leste, a Jiayu, a oeste, atravessando quatro províncias (Hebei, Shanxi, Shaanxi e Gansu) e duas regiões autônomas (Mongólia e Ningxia). No século XX, na década de 1980, Deng Xiaoping priorizou a Grande Muralha como símbolo da China, estimulando uma grande campanha de restauração de diversos trechos que, entretanto, foi questionada. A requalificação do monumento para o turismo sem normas para o seu adequado usufruto, aliado à falta de critérios técnicos para a restauração de alguns trechos (como o próximo a Jiayuguan, no Oeste do país, onde foi empregado cimento moderno sobre uma estrutura de pedra argamassada, conduzindo ao desabamento de uma torre de seiscentos e trinta anos), gerou várias críticas por parte de preservacionistas, que estimam que cerca de dois terços do total do monumento estejam em ruínas.

  
  

Por não se tratar de uma estrutura única, as características da Grande Muralha variam de acordo com a região em que as diferentes partes se localizam. Devido a diferenças de materiais, condições de relevo, projetos e técnicas de construção, e mesmo da situação militar vivida por cada dinastia, os trechos da muralha apresentam variações. Perto de Pequim, por exemplo, os muros foram construídos com blocos de pedras de calcário; em outras regiões, podem ser encontrados o granito ou tijolos; nas regiões mais ocidentais, de desertos, onde os materiais são mais escassos, os muros foram construídos com vários elementos, entre os quais faxina (galhos de plantas enfeixados). Em geral os muros apresentam uma largura média de 7 metros na base e de 6 metros no topo, alçando-se a uma altura média de 7 metros e meio. Segundo anunciaram cientistas chineses em abril de 2009, o comprimento total da muralha é de 8.850km. Além dos muros, em posição dominante sobre os terrenos, a muralha compreende ainda elementos como portas, torres de vigilância e fortes. As torres, cujo número é estimado por alguns autores em cerca de 40.000, permitiam a observação da aproximação e movimentação do inimigo. As sentinelas que as guarneciam serviam-se de um sistema de comunicações que empregava bandeiras coloridas, sinais de fumaça e fogos. De planta quadrada, atingiam até 10 metros de altura, divididas internamente.

  

Ainda falta Chichén Itzá, no México! E depois começar tudo de novo, para mostrar tudo para o filhote, que não existe nada melhor nessa vida do que mostrar e ver o mundo com os olhos do Felipe!
  
* Com informações da Wikipedia.   



6 comentários:

  1. nossa um dia vou viajar comu v6s!!!

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  2. eu tenho 13 anos ja fui para LOS ANGELES visitar meu pai e pretendo visitar logo logo a ITALIA com a minha mae

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  3. estou na quarta serie morro no RIO DE JANEIRO infelismente vou ter que ir morrar em SALVADOR mas tudoo bem vou com as minhas colegas para fazer o primeiro ano :ilana,marina,samua,isadora,daniele,andressa e meu irmao daniel q tbm tem 13 anos

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  4. Desses lugares, conhecemos apenas o Rio, que amamos. Todos os lugares que vocês já conhecem estão nos nossos planos. Um dia, certamente, chegaremos lá. Talvez demore um pouco, mas queremos mostrar o mundo para a nossa filha....e conhecer todas essas maravilhas que estão esperando serem vistas com nossos olhos hehe

    Estou AMANDO o blog de vcs...

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  5. Nussa eu faria de tudo para conhecer o Taj Mahal ;)

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  6. Olá gente
    primeiramente parabéns pelo blog.

    Aqui alguns pontos turisticos do Peru.
    Peru é muito grande com muitas alternativas para escolher, não há dúvida de que o atrativo mais importante no Peru é a visita a Machu Picchu, também não podemos deixar de visitar tanto Cusco e Vale Sagrado.Visitar Arequipa também vale a pena pelo seu valor arquitetônico e calor da cidade. Ir para as Ilhas Ballestas e apreciar a vida marinha, apreciar também as Linhas de Nazca. Passear por Lima e desfrutar da gostosa comida peruana.
    Estes são algumas das atrações a comentar, há muitos mais que o Peru tem para oferecer.
    Visitem nosso site: https://www.machupicchupacotes.com.br/

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