20 de novembro de 2017

Valladolid, Chichén Itzá, Ek Balam e Las Coloradas: roteiro, hospedagem, pontos turísticos, onde comer e as melhores dicas para você aproveitar sua viagem ao México

Valladolid, Chichén Itzá, Ek Balam e Las Coloradas: roteiro, hospedagem, pontos turísticos, onde comer e as melhores dicas para você aproveitar sua viagem ao MéxicoJá contei que dividimos a nossa estadia no México entre 4 cidades diferentes - Tulum, Valladolid, Playa del Carmen e Cancún. 

Durante a viagem, fui fazendo anotações sobre cada um desses locais, e já publiquei o nosso Guia de Tulum, que inclui todas as dicas de Cobá também. 

Agora vou escrever sobre Valladolid, cidade para onde rumamos depois de conhecermos Tulum e Cobá e, logo depois, escreverei sobre Playa del Carmen e Cancún. Serão 4 guias diferentes, um sobre cada cidade e seus arredores. 

Neste Guia de Valladolid, vocês encontrarão dicas de roteiro, hospedagem, pontos turísticos, onde comer e tudo mais que precisam saber sobre essa linda cidade mexicana, além de informações sobre Chichén Itzá, Ek Balam e Las Coloradas, que são outras atrações turísticas imperdíveis para quem vai ao México.

Valladolid, Chichén Itzá, Ek Balam e Las Coloradas: roteiro, hospedagem, pontos turísticos, onde comer e as melhores dicas para você aproveitar sua viagem ao México
Chichén Itzá

Valladolid, Chichén Itzá, Ek Balam e Las Coloradas: roteiro, hospedagem, pontos turísticos, onde comer e as melhores dicas para você aproveitar sua viagem ao México
festa típica em Valladolid

Valladolid, Chichén Itzá, Ek Balam e Las Coloradas: roteiro, hospedagem, pontos turísticos, onde comer e as melhores dicas para você aproveitar sua viagem ao México
casario colonial em Valladolid

Valladolid, Chichén Itzá, Ek Balam e Las Coloradas: roteiro, hospedagem, pontos turísticos, onde comer e as melhores dicas para você aproveitar sua viagem ao México
ruínas maias no meio da selva em Ek Balam

Roteiro de viagem e hospedagem



Ficamos 4 noites em Tulum, 2 noites em Valladolid, 6 noites em Playa del Carmen e 3 noites em Cancún. Foi um roteiro perfeito, eu não faria nada diferente 😏

Além disso, como já contei no meu post 27 dicas para sua viagem ao México, fizemos escalas em São Paulo e Bogotá na viagem de ida e em Lima na viagem de volta, com pernoites em SP e no Peru. 

Os hotéis BBB em que ficamos nesta viagem foram:

* Em São Paulo: Guaru Plaza Hotel
* Em Tulum: Hotel Howlita
* Em Valladolid: Hostal Casa Don Alfonso
* Em Playa del Carmen: Estudios calle 28
* Em Cancún: Hotel Suites Gaby
Para ler todos os nossos posts sobre o país: México

Se você quer dicas de compras no México, veja aqui

Para saber tudo sobre o Día de Muertos no México, leia: Dia dos Mortos no México - uma experiência inesquecível


Dia 5 - Tulum - Valladolid



Neste dia saímos cedo de Tulum rumo a Valladolid. 

Nossa ideia inicial era parar no caminho em Cobá (que fica na estrada Tulum - Valladolid), mas acabou sendo desnecessário, pois tinha sobrado tempo no dia anterior e já tínhamos ido a Cobá, então passamos reto.

Valladolid fica a 168Km de Mérida, 98Km de Tulum, 50Km de Chichén Itzá e 27Km de Ek Balam. 

Fizemos check-in no Hostal Casa Don Alfonso e saímos para passear pelas ruas coloniais de Valladolid.

Hospedagem em Valladolid


Hostal Casa Don Alfonso é bemmm simples, sem nenhum luxo, mas tem ar condicionado e ventilador, internet wifi boa, vaga para estacionar na frente e localização perfeita, a menos de 2 quadras da praça principal. 

O atendimento é bem ruim (dá a impressão de que ninguém ali entende espanhol, fiquei pensando se eles falariam apenas a língua Maya, ou algo assim...), mas o quarto é grande, arejado, com 2 camas de casal e banho bom - sem falar no preço: pagamos U$ 34 pela diária no quarto triplo (2 noites por U$ 68 no quarto triplo). 

Se você quer economizar como nós e ficar na melhor localização da cidade, eu recomendo, mas lembre-se que eu avisei que é muito simples! Ah, café da manhã simplinho incluído também. 




Restaurante La Casona em Valladolid


Fica na calle 41, esquina com calle 44. 

Esse restaurante é ótimo para almoço - serve buffet até as 17hs (não abre para jantar) - e é muito lindo, com um altar maravilhoso em homenagem à Virgem de Guadalupe. 

É meio caro, mas vale a pena.  







Mercado Público de Valladolid


O Mercado Público lindo da esquina da praça principal tem 'loncherias' (lanches baratos), mas achamos tudo com cara de sujo, ruim e feio. 

Não recomendo comer lá. 



Noches de Octubre


Passamos na Igreja, onde estava havendo uma celebração dos grêmios que acontece sempre nas noites de outubro (muita sorte estarmos lá nesta época!). 

Esta festa popular típica de Valladolid é chamada Noches de Octubre e vale a pena assistir algumas das apresentações e danças típicas populares, que acontecem também durante o dia. 

É uma ótima oportunidade de sair um pouco do roteiro turistão e conhecer algumas peculiaridades da vida local, roupas, músicas e bebidas típicas, pessoas autênticas, tradições e costumes que o turista típico da Riviera Maya não chega a experimentar. 

Veja algumas fotos da festa abaixo:











Calzada de los Frailes e Convento de São Bernardino


Seguimos pela Calzada de los Frailes (Calle 41A) até o Convento de São Bernardino

Calzada de los Frailes é a rua mais importante (historicamente falando) de Valladolid, e começa na interseção da Calle 41 com a 46, seguindo na diagonal do centro da cidade até o Convento de São Bernardino, onde o legal é sentar no Parque Sisal, ali na frente, para dar uma relaxada no final do passeio. 

A visita ao convento custa 40 pesos por pessoa, com desconto para crianças e idosos. 





A famosa Calzada de los Frailes é a calle mais famosa da cidade, mas não é nem de longe a mais bonita - não deixe de se perder também pelas outras ruazinhas charmosas do centro histórico de Valladolid. 

Comemos paletas mexicanas (picolés enormes no palito) por 15 pesos numa sorveteria na frente da praça do convento, bem na frente do letreiro onde diz 'Valladolid'.










Valladolid - Pueblo Magico


Valladolid - Pueblo Magico


Valladolid é uma cidade colonial fundada em 1543, onde a gente tem vontade de passar o dia inteiro passeando perdida pelas ruas do centro histórico, cheias de construções coloridas coloniais que abrigam igrejas, restaurantes, bares e lojinhas. 

O ritmo por lá é lento e o clima é de paz.

A cidade fica localizada no meio da Península de Yucatán, a aproximadamente 2hs a oeste de Cancún e 2hs a leste de Mérida. É uma boa base para se hospedar e visitar Chichén Itzá, Rio Lagartos, Las Coloradas, Ek Balam e os cenotes da região. 

A cultura Maya é bem forte na região, e a cidade tem uma história super interessante, que é contada à noite num show de luzes e som nas paredes do convento. 

As ruas de calçamento de pedra da cidadezinha são ladeadas em ambos os lados com casinhas em tons pastéis, cada uma mais charmosa que a seguinte. As portas são um arraso - dá vontade de parar e fotografar cada uma delas! 


Valladolid - Pueblo Magico

Valladolid México - Pueblo Magico

Valladolid México - Pueblo Magico

Valladolid México - Pueblo Magico

Valladolid México - Pueblo Magico

Valladolid México - Pueblo Magico



A cidade não recebe muitos turistas - que fazem apenas uma paradinha rápida lá a caminho de Chichén Itzá ou Ek Balam - e esse é justamente o seu maior charme: o lugar ainda preserva uma atmosfera autenticamente mexicana, o que é impossível encontrar em Cancún (que parece uma cidade norte-americana), Playa del Carmen ou Tulum (que mais parecem enclaves europeus do que cidades mexicanas). 

Eu adorei me perder pelas ruelas da cidade. Na maioria das vezes, não víamos nenhum outro turista por perto - um alívio hehehe...desta forma conseguimos finalmente nos sentir no México "de verdade" e aprender e absorver um pouco da cultura local, observando a vida cotidiana e interagindo com os locais que não estão ainda tão "contaminados" pelo turismo de massas que se vê na Riviera Maya. 

A cidade de Valladolid é considerada, desde 2012, um dos Pueblos Magicos do México, título outorgado pelo Departamento de Turismo Mexicano que distingue cidades do país que são reconhecidamente importantes pela sua beleza natural, riqueza cultural ou relevância histórica. 

Valladolid é tão charmosa que definitivamente merece pelo menos 2 noites (no mínimo) no seu roteiro, até porque são diversas atrações nos arredores (como Chichén Itzá, vários cenotes fantásticos, 'haciendas', as Ruínas de Ek Balam, Las Coloradas, etc). 

Adorei a pequena cidade colonial, amei as portas, os prédios em tons pastel ou bem coloridos e a arquitetura colonial.







Cenotes em Dzitnup


Além das ruas coloniais e das zonas arqueológicas (Chichén Itzá e Ek Balam), a região de Valladolid também é pródiga em cenotes - já neste primeiro dia na cidade visitamos 2 deles, que ficam lado a lado dentro do mesmo complexo, no povoado de Dzitnup: 

➡ Cenote Xkeken (mais cavernoso e com fundo escuro, bastante peixes grandes e uma formação rochosa lá dentro que parece um elefante!)






➡ Cenote Samula (mais claro e com água muito azul, super agradável!)

A entrada combinada para ambos os cenotes custa 125 pesos por pessoa. Se fosse para visitar apenas um deles, a entrada seria 80 pesos. 


Restaurante El Mesón del Marqués


Voltamos à cidade, demos um passeio de carro pelo centro histórico colonial e, depois do banho no hotel, saímos para jantar. 

O restaurante El Mesón del Marqués fica na praça principal e é muito legal, arrumado e super mexicano. 

Comi queso relleno (prato típico da região de Yucatán, enorme), tomamos drinks (Mojito, Tequila Sunrise e Piña Colada) e pagamos 630 pesos por tudo para nós 3.

Terminamos a noite assistindo as festas populares na frente da igreja, com direito a um boi de papel-machê pegando fogo e fogos de artifício.













Dia 6 - Valladolid - Temozón - Ek Balam - Tizimín - Las Coloradas - Valladolid


Saímos de manhã cedo em direção ao mini-povoado de Temozón, onde fizemos uma paradinha para fotos na praça principal, com direito a igrejinha colonial, letreiro com nome da cidade e auto-riquixás (parecia que estávamos em um povoado indiano, com todos aqueles riquixás zunindo pelas ruas!). 






Ruínas de Ek Balam


Eu amei a zona arqueológica de Ek Balam, que é envolta por uma densa vegetação (praticamente no meio da floresta!), assim como Cobá. Não tinha quase ninguém lá quando chegamos, e foi incrível ter aquela cidade inteira em ruínas só para nós explorarmos! 

Os sítios arqueológicos menos visitados são sempre os melhores - quanto menos gente, mais fácil de conseguimos imaginar como era o lugar no passado. 

20min ao norte de Valladolid fica o Cenote X’Canche, localizado em uma estrada de terra de pouco mais de 2Km, que começa na entrada para as ruínas de Ek Balam. A zona arqueológica fica a 27Km de Valladolid. 

Você pode chegar lá de carro, como nós, de táxi, saindo de Valladolid, ou de 'colectivo', que é o transporte público. Essas ruínas ficam a menos de 30min de carro de Valladolid. 

O nome Ek Balam, em maia, significa 'Estrela Negra'.

É possível tocar e escalar todas as estruturas, e existem até peças onde você pode entrar! Não deixe de subir no topo da pirâmide principal de Ek Balam - é a mais fácil de escalar (muito mais fácil do que Cobá, por exemplo), e a vista é de tirar o fôlego! Isso sem falar que eles provavelmente vão proibir que os turistas subam ao topo da pirâmide muito em breve - então corra!


Ek Balam México







Ek Balam México

Ek Balam México

Ek Balam México
A zona arqueológica de Ek Balam tem uma característica única entre as ruínas maias: esculturas de gesso de anjos maias com asas na pirâmide principal da área. Desde que elas foram descobertas, todas as teorias mais malucas já foram criadas: há quem acredite que eles eram originários de uma era precoce do Cristianismo ou até mesmo construídos com inspiração em Aliens. Não há o que não haja. Para matar a charada/resolver o mistério, você vai ter que visitá-las e criar as suas próprias teorias. 

A construção mais importante da área é El Trono, um templo com uma porta em forma de boca aberta, provavelmente de uma onça.

Mas o que eu mais gostei foi mesmo o fato de que o local estava completamente vazio - logo que chegamos, nós éramos as únicas turistas lá - e que a área é cercada de muita beleza natural e de uma floresta intocada. 

A atmosfera do lugar é mágica.


Ek Balam México

Ek Balam México

Ek Balam México
Ek Balam México

Ek Balam México




Ek Balam México




Ek Balam México

Tizimín


Continuamos nosso caminho rumo ao norte, em direção a Rio Lagartos, e paramos novamente em Tizimín, para um sorvete e uma foto na igreja da cidade, que é bem diferentona. 

Antes de chegar a Rio Lagartos, a gente dobra à direita e pega a Carretera Rio Lagartos - Las Coloradas para chegar à lagoa cor-de-rosa, que fica em Las Coloradas. 




Las Coloradas


Chegando lá, recomendo o tour do Abraão, que custa 500 pesos e vale muito a pena para ver tudo o que a região do Parque Natural Rio Lagartos tem a oferecer (tel. 9911116365). 

A gente vai de carro "perseguindo" ele, que vai de moto na frente mostrando o caminho. Foi um verdadeiro off-road com nosso carro alugado chique, com direito a várias paradas no caminho: na logoa rosa, na lagoa laranja, para ver um caranguejo pre-histórico, no "banho inca" (de lama/argila), para fazer fish spa (lagoinha onde os peixinhos comem teus pés), numa praia virgem no Golfo do México e para ver muitos, muitos flamingos. 

O tour completo dura mais de 1h40min


















Na volta do passeio, almoçamos no único restaurante de Las Coloradas, chamado Las Gaviotas, mas achamos muito ruim. Recomendo comer em Rio Lagartos, San Felipe ou Tizimín. 

Outra opção lá é o passeio de barco, mas não estávamos muito interessadas (é muito legal para quem gosta de avistar aves).

Voltamos para Valladolid e fomos direto nos refrescar num cenote. 




Las Coloradas México



Las Coloradas México

Cenote Zací em Valladolid


A entrada neste cenote custa 30 pesos (é o mais barato de todos que visitamos!) e é bem mais bonito do que eu pensava - sendo no meio da cidade de Valladolid. 

É do tipo 'não-cavernoso' (e, portanto, sem morcegos), com água muito verde e cristalina. 

A última entrada é às 17h30min. 




Mercado Municipal de Valladolid


O prédio amarelo com arcos em toda a volta é super bonito e vale a pena conhecer - não pelas compras, mas pela atmosfera de um típico mercado público mexicano. 

Fica entre as calles 37 e 32.

Ao voltar ao hotel, ainda assistimos à Festa de Halloween na praça principal de Valladolid. 







Restaurante Conato 1900 em Valladolid


Recomendadíssimo!! 

Ambiente super legal e bonito, clima internacional, música boa, comida maravilhosa e baratíssimo. 

Peça uma torta havaiana (tipo hamburger) ou burrito primavera. 

Esse restaurante fica a 2 quadras da praça principal (e também a 2 quadras do nosso hotel). 

Foi o único lugar no México onde vimos alguma referência ao Sr. Madruga. E ainda tem uma lojinha 😊







Show de luzes e som em Valladolid 


Esse show é uma atração imperdível - e grátis, na frente do Convento de São Bernardino de Siena. 

Acontece todos os dias de quarta a domingo - primeiro um show em espanhol às 21hs e logo depois a versão em inglês. 

O espetáculo dura uns 15min (em cada língua) e vale muito a pena, coisa de primeiro mundo). 

São projeções de imagens nas paredes do convento, que vão contando a história de Valladolid de uma forma super interessante. 

Bonito mesmo para quem não fala espanhol. 




Dia 7 - Valladolid - Chichén Itzá/Pisté - Cenote Oxman e Hacienda San Lorenzo - Playa del Carmen


Este foi o dia de visitar um dos pontos altos desta viagem, a zona arqueológica de Chichén Itzá. 

Entre Valladolid e Chichén Itzá são em torno de 50Km e pagamos 70 pesos de pedágio na ida. Na volta, de Pisté (localidade onde se situam as ruínas) até Playa del Carmen, foram U$ 13 de pedágio.

O estacionamento em Chichén Itzá custa 30 pesos e as entradas 242 pesos por pessoa. 







Ruínas de Chichén Itzá


Chegamos antes das 9hs da manhã e havia pouquíssimas pessoas lá (abre às 8hs). Por volta das 11hs o lugar já estava lotado e um calor dos infernos. Se puder, chegue no portão de entrada exatamente 8hs da manhã - quanto mais cedo você chega, mais fresco, menos sol na cabeça e menos gente (nem os vendedores de quinquilharias tinham chegado quando nós chegamos) 😁

Mas atenção: esta estratégia só é possível se você pernoitar em Valladolid (ou Pisté) na véspera. Se vier (de carro alugado ou excursão guiada) desde Playa del Carmen ou Cancún, como faz a enorme maioria dos turistas, você fatalmente chegará depois das 10hs, junto com outras hordas de turistas em dezenas de ônibus de excursões. 

Juro, é desesperador ver aquelas massas de gente chegando! 

Chichén Itzá é um dos sítios arqueológicos mais importantes do México, especialmente porque é lá que se encontra a Pirâmide de Kulkucán, uma das 7 Novas Maravilhas do Mundo Moderno e Patrimônio da Humanidade declarado pela UNESCO


Ruínas de Chichén Itzá

Ruínas de Chichén Itzá México


Ruínas de Chichén Itzá México

Eu finalmente conheci a última das 7 maravilhas que me faltava!! 

Já conhecia 6 maravilhas do mundo moderno (o Coliseo de Roma, Machu Picchu no Peru, a Muralha da China, Petra na Jordânia, o Taj Mahal na Índia e o Cristo Redentor no Rio de Janeiro), e nesta viagem ao México conheci Chichén Itzá! 

E quando a gente alcança a meta, faz o quê?? Dobra a meta!! 

Veja alguns outros posts com listas de melhores do mundo aqui no blog:


Maravilhas da natureza


As ruínas mais impressionantes da região já formaram um dos mais importantes centros políticos e religiosos dos maias. A estrutura principal, como mencionei antes, é a Pirâmide de Kukulcán, com 26 metros de altura, rodeada de outros templos da época de esplendor dos maias e de um monumental Campo de Pelota, o típico jogo de bola maia. 

Ao passar pela portaria principal, você já se surpreende pela imensidão e grandiosidade desta estrutura, cuja construção exigiu conhecimentos super avançados de matemática, astronomia, acústica e geometria.

Os 4 lados da pirâmide são perfeitamente simétricos e representam o calendário maia - 18 seções (que era o número de meses, de 20 dias cada um), e 365 degraus, representando os dias do ano. 


Ruínas de Chichén Itzá México

Ruínas de Chichén Itzá México

Visitamos também o Templo dos Guerreiros, que já ostentou 1000 colunas em seus áureos tempos, o Observatório Astronômico e várias outras estruturas. 

A cidade pré-hispânica é considerada ainda hoje um centro sagrado para a civilização maia, e uma referência cultural para os mexicanos.

O passeio é todo feito sob um sol escaldante - leve um lanchinho, bastante água, e não esqueça do protetor solar, boné e óculos.


Quanto ao tempo necessário para explorar as ruínas, varia muito dos interesses de cada pessoa. Tem quem ache que uma hora é suficiente, outros precisam de um dia inteiro. Se você gosta de fotografar, quer ver todas as principais estruturas e ainda dar uma pechinchada nas banquinhas, eu diria que umas 3hs é o tempo mínimo necessário


Ruínas de Chichén Itzá México

Ruínas de Chichén Itzá México

Ruínas de Chichén Itzá México

Ruínas de Chichén Itzá México

Ruínas de Chichén Itzá México

Ruínas de Chichén Itzá México






Como já contei no meu post com dicas de compras no México, vale lembrar que Chichén Itzá é, na minha opinião, o melhor lugar para comprar artesanato e produtos típicos regionais nesta parte do México, então, se você gosta de comprinhas, reserve um tempo para isso na sua visita às ruínas. 

Veja todas as nossas dicas de compras no México neste post aqui

Entre todas as antigas cidades maias que conhecemos, cada uma de nós teve uma preferida diferente! Eu gostei mais de Cobá, a mãe amou Ek Balam e a Anália preferiu Chichén Itzá. E foi consenso que a mais fotogênica é Tulum

Em resumo, você vai ter que visitar as 4 zonas arqueológicas mais famosas da região para poder escolher a sua favorita! 




Almoço em Pisté


Fomos ao Restaurante Las Mestizas - era muito bem recomendado e o ambiente, ar condicionado e wifi são ótimos, mas não gostamos da comida (papadzules e burritos) - de fato, estava bem ruim. 

Pagamos 270 pesos. 

Recomendo voltar para Valladolid e almoçar no buffet do La Casona. 




Cenote Oxman e Hacienda San Lorenzo


Localizada a aproximadamente 40Km de Pisté (cidade onde fica Chichén Itzá) e 4Km ao sul de Valladolid, esse cenote desconhecido pelos grupos de turistas foi um dos nossos favoritos. 

Chegar lá é uma pequena aventura, por uma estradinha de terra passando até por um aterro sanitário. Se não estivéssemos tão determinadas a tomar um banho de cenote para nos refrescarmos do sol escaldante de Chichén Itzá antes de pegar a estrada para Playa del Carmen, teríamos desistido, mas depois que chegamos lá valeu muito a pena. 

A fazenda San Lorenzo é linda - uma típica 'hacienda' mexicana, o cenote é dos mais impressionantes, com aquelas raízes de árvores gigantescas penduradas, a piscina ao lado do cenote era uma delícia, o reggae tocando também e os drinks que tínhamos direito eram ótimooooos. 

Paga-se 100 pesos pelo ingresso do cenote + uso da piscina piscina e instalações, com direito a consumir 60 pesos de consumação no bar/restaurante. 

Recomendo com veemência o Mojito de fresa (morango)! Experimente e me conte o que achou!

Saindo da Hacienda San Lorenzo, que fica ao sul de Valladolid, pegamos a estrada e seguimos direto para Playa del Carmen. No próximo post, continuo contando tudo o que fizemos em Playa nos 6 dias seguintes! 




Cenote Oxman e Hacienda San Lorenzo

Cenote Oxman e Hacienda San Lorenzo

Cenote Oxman e Hacienda San Lorenzo

Cenote Oxman e Hacienda San Lorenzo






Vai viajar para o México?

Os hotéis BBB em que ficamos nesta viagem ao México foram:

* Em Tulum: Hotel Howlita
* Em Valladolid: Hostal Casa Don Alfonso
* Em Playa del Carmen: Estudios calle 28
* Em Cancún: Hotel Suites Gaby

Para ver mais dicas desta nossa viagem, dê uma espiada na hashtag #PVnoMexico nas redes sociais.

Tem dicas de viagem ao México também? Deixe nos comentários, por favor!

Leia todos os nossos posts sobre o país clicando aqui: México

Um comentário:

  1. Nossa, que post incrível! Super completo e com riqueza de detalhes. Amei! Espero um dia poder ir lá! Pelo seu post os destinos já estão na minha lista. Sucesso!

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