19 de novembro de 2016

Roteiro de 17 dias entre as Montanhas Rochosas Canadenses, Vancouver e Alasca da família da Erika, com muitas dicas ótimas

Quando a Erika me contou que estava planejando uma viagem às Montanhas Rochosas Canadenses e Vancouver com a família, além de colocar pilha nela para fazer uma "esticadinha" ao Alasca, já fui logo pedindo que depois ela nos contasse tudo aqui no blog

A Erika cumpriu a palavra e é com muita alegria que eu apresento a vocês este post excepcional! 

Ela escreve muito bem e eu até me emocionei aqui lendo e montando o post dela, relembrando da nossa viagem para lá, que foi muito parecida com a da família dela!


Concordo com absolutamente tudo o que ela escreveu e indico muito o roteiro dela - o nosso foi mais longo, mas, se você tiver em torno de 17 dias, o roteiro dela é perfeito! 

Com vocês, a Erika:

Demorei um pouco para começar a escrever sobre essa viagem, porque uma experiência dessa precisa de tempo para ser digerida. 

Difícil resumir em um texto todas as emoções vividas, difícil até organizar o pensamento, mas quis muito registrar o que foi essa viagem, não apenas para estimular ou ajudar outros que se interessem por esse roteiro, mas também para servir de lembrança para nossa família.

Ficha técnica

17 dias entre Canadá e Alasca:

Dias 1 a 7: Montanhas Rochosas Canadenses
Dias 7 a 13: Alasca
Dias 13 a 17: Vancouver

Quando: Agosto/16

Viajantes: Pai, mãe e dois filhos (4 e 6 anos)

Cia Aérea: Air Canadá em todos os trechos

Aluguel do Motorhome: Canadream (Calgary)


Montanhas Rochosas Canadenses

Essa parte da viagem foi sonhada por muitos anos, desde que li os relatos da Patricia Papp no Eu Viajo Com Meus Filhos. Talvez por isso, o planejamento começou cedo e já tínhamos fechado muita coisa 8 meses antes da viagem. 

Esse é um aspecto muito importante dessa viagem, pois as Montanhas Rochosas são um destino mundialmente conhecido e lotam no verão. É um risco deixar para organizar uma viagem dessas de última hora.

Passagem comprada, RV reservado, montamos o roteiro e reservamos também todos os campgrounds (no site da Parks Canadá você pode reservar sua vaga para a temporada de verão já em janeiro). Como essa era a nossa primeira viagem de RV, não tivemos coragem de encarar um free camping ou apostar na difícil missão de conseguir uma vaga de última hora em camping.

Pegamos e devolvemos o RV em Calgary, por isso fizemos um roteiro circular de 5 noites, dormindo em: Banff (Tunnel Mountain Campground I), Lake Louise Campground, Jasper (Whistler Campground), Lake Louise e Banff. 

Gostei bastante desse roteiro, pois alguns passeios que não conseguimos fazer no caminho de ida, acabamos fazendo na volta. 

Cinco noites são suficientes? É difícil dizer quantas noites seriam o ideal, mas eu acho que 7 noites é um tempo bacana para conhecer o trecho entre Banff e Jasper.


A estrutura dos campings superou nossas expectativas. Por sorte, em quase todas as noites nossa vaga era perto dos chuveiros do camping, por isso usamos bastante esses chuveiros. Eles são limpos, quentes e vazios. Achei melhor do que tomar banho no RV.

Dica: na hora de estacionar na sua vaga no campgroung, assegure-se de que o RV não está inclinado para nenhum dos lados. Pode parecer óbvio, mas não havíamos pensado nisso até um vidro de molho de tomate escorregar da bancada e se espatifar no chão!

As Montanhas Rochosas são tudo o que dizem. 

Parece que você está num lugar encantado, mágico. As paisagens são deslumbrantes, inacreditáveis. As estradas – Bow Valley Parkway e depois a Icefields Parkway são um programa em si. A exuberância da natureza e a expectativa (e realidade) de encontrar vida selvagem no caminho torna essa roadtrip inesquecível. 

Apesar dos alces terem se escondido de nós por lá, conseguimos ver muitos ursos pelo caminho. O alerta geralmente era dado pelo pequeno congestionamento que se formava na estrada, era só dar uma olhada para o lado onde apontavam todas as câmeras.


O roteiro circular nos permitiu fazer alguns ajustes na programação que fez toda a diferença. 

Chegamos em Banff numa 6ª feira e, para nossa surpresa, no sábado, haveria uma super aguardada corrida de bike na cidade. Estava tudo lotado (mais do que o esperado para essa época) e muitas estradas, inclusive a Bow Valley Parkway, foram fechadas para a passagem dos corredores. Por conta disso, tivemos que mudar bastante o roteiro. Tivemos que abortar nossa visita à Banff Gondola e ao Johnston Canyon nesse dia simplesmente porque foi impossível estacionar o RV.

De resto, conseguimos fazer o roteiro conforme planejado. 

Não dá pra fazer todos os passeios das Rochosas em 5 noites (talvez nem em uma vida inteira!), então, minha estratégia foi colocar no roteiro o que era imperdível para nós, o desejável e o “se der tempo”. Quase não saímos do imperdível e, mesmo assim, tivemos que abortar nossa visita ao Maligne Lake para que a viagem continuasse num ritmo bacana pra todos da família (e não apenas para a louca da mãe! Rsrsrs!). 

Não vou colocar todos os detalhes dos passeios aqui, pois nossa viagem foi muito baseada no roteiro da Claudia, que foi documentado bem explicadinho.

No geral, o tempo colaborou e pegamos dias lindos, mas como o clima nas montanhas é imprevisível, pegamos uma friaca com chuva em nossa visita ao Columbia Icefields. Como disse o motorista que dirigia o ônibus do passeio: “pelo menos vocês experimentaram o típico clima das montanhas!”. 😊

Esteja preparado física e mentalmente para viradas bruscas no tempo. É sol forte num dia e no outro chuva e até neve!


Viajando com o motorhome da Canadream

Ficamos apaixonados pelo RV. 

É muito bom poder viajar com “sua casa” nas costas. Um bom exemplo dessa vantagem foi a nossa visita ao Moraine Lake. Era domingo, esperávamos que o lago estivesse lotado e sabíamos que o estacionamento para RVs era limitado. Assim, acordamos cedo, trocamos de roupa e já saímos. Chegando lá, garantimos nossa vaga no estacionamento e então tomamos nosso café da manhã antes de sairmos para explorar o lago. 

Ter um banheiro a tiracolo também era ótimo, embora a maioria das paradas tivesse uma estrutura com banheiro.

Outra coisa especial do RV, para nós, era o clima no campground, a fogueira noturna. Escolhemos campings com “fire pit”, que é um local para fazer uma fogueira (comprando a permissão para a fogueira, você tem acesso ilimitado a lenha). 

Adoramos assar salsichas, marshmellows e ficar curtindo a fogueirinha enquanto as crianças já estavam dormindo no RV. Nesses momentos, curtimos a natureza e observamos as outras famílias, que vivem essa cultura de camping. 

Foi muito legal!


Por outro lado, cheguei à conclusão de que esse tipo de viagem não é pra todo mundo. O RV é apertadinho, o conforto é limitado e não tem serviço de quarto, por isso, se você faz questão de uma cama espaçosa, chuveiro exclusivo e muito conforto, pense 2 vezes antes de alugar um RV.

Nossa experiência com a Canadream não poderia ter sido melhor. 

Atendimento gentil e efetivo em todo o momento, RV com cara de novo (não reparei na quilometragem, mas parecia realmente novo). Tivemos um pequeno incidente com o “slide out” (uma parede lateral do RV que se desloca para fora quando o RV está estacionado, aumentando o espaço interno) e achei que eles iriam fazer uma cobrança adicional, mas eles não cobraram, mesmo eu avisando do estrago. 

A devolução foi super tranquila e não tivemos cobranças adicionais. A única desvantagem é que o período mínimo de locação da Canadream é de uma semana. Como ficamos 5 noites, tivemos que pagar por 7. Isso acabou eliminando o ganho que tivemos por reservar com bastante antecedência (cerca de 8 meses), mas pesquisamos em outras empresas e o preço era mais ou menos o mesmo para o nosso período.


Dormimos a última noite da primeira parte da viagem num hotel (Fairfield Inn Downtown) em Calgary, pois nosso vôo para o Alasca (com conexão em Vancouver) sairia bem cedo. 

Foi muito engraçado chegar num quarto grande de hotel depois de 5 noites no RV. As crianças não sabiam se corriam pelo quarto, pulavam nas camas ou aproveitavam o wi-fi (estavámos sem internet todos os dias anteriores). Eu aproveitei o chuveiro como se não houvesse amanhã e o marido tirou uma bela soneca estendido na cama gigante!

Alasca

“Primeiramente”, é bom esclarecer que essa parte da viagem nunca esteve nos meus planos, porém, depois de acompanhar o planejamento e a viagem da Claudia para o Alasca, concluí que nossa viagem não seria completa sem uma passadinha no 49º estado norte americano. 

Era tão pertinho...quando teríamos uma nova oportunidade? Enfim, quando vi, a passagem já estava comprada. E aqui vai uma dica: quando pesquisei as passagens, vi que adicionar o Alasca ao roteiro aumentaria o custo da passagem em US$ 100 por pessoa! Gente, quem não iria ao Alasca por USD100,00?

Pesquisamos muito a opção de pegar um dos inúmeros cruzeiros que saem de Vancouver para o Alasca, mas concluímos que essa opção não se encaixava nos nossos planos para essa viagem. No nosso caso, o que pesou na decisão foi o preço, o tempo disponível (ir de avião é bem mais rápido) e a região do Alasca a ser visitada (a maioria dos cruzeiros te leva para a região mais sul do Alasca e eu não sairia de lá sem conhecer o Denali, que fica mais ao norte).


Assim, viajamos de Calgary para Anchorage, onde pegamos um carro e já saímos em direção a Seward. 

Nos hospedamos no Hotel Seward, bem no centro da cidade. Hotel bom para os padrões do Alasca, super bem localizado, com diversas opções de restaurante por perto e super pertinho do aquário também. 

No Alasca também vale a dica do planejamento antecipado. Uns 4 meses antes da viagem houve uma alteração nos horários dos vôos que nos obrigou a mudar um pouco nossos planos e alterar datas nos hotéis. Nenhum dos 3 hotéis que havíamos reservado inicialmente tinham vagas nas novas datas e tivemos que mudar de hotéis. Quatro meses antes!

Tivemos muita sorte no Alasca e pegamos dias lindos. 

Logo na chegada, vindo de Anchorage, passamos no Alaska Wildlife Conservation Center. Apesar de cansadas, as crianças se encantaram com a quantidade de animais que são vistos ali. Sempre é melhor vê-los soltos na natureza, mas conhecendo o trabalho que é feito ali, conseguimos aproveitar melhor, sem ficar com tanta dó dos bichinhos.

No dia seguinte, fizemos o cruzeiro da Kenai Fjords Tours – 6 horas “caçando” vida selvagem e glaciares. Eu ficaria umas 20 horas nesse passeio, mas 6 horas foi o tempo máximo que as crianças aguentariam. 

No final do dia, ainda demos uma chegada na trilha da Exit Glacier, excelente para crianças.

Seward é uma cidade encantadora. Tem aquele estilo de cidade portuária, meio rústica, mas cheia de charme. 

Logo que chegamos, passamos no Safeway para umas comprinhas e o senhor que fazia os pacotes no caixa tinha um gancho no lugar de uma das mãos. Nunca vou esquecer os olhos arregalados dos meninos, que saíram de lá com a certeza de que ele era pirata (e fazia bico no supermercado nas horas vagas rsrsrsrs!).

Antes de seguir em frente, quero deixar duas indicações de restaurantes em Seward: 

1 Seward Brewing Co, um pub onde comemos uma Chowdah (sopa de frutos do mar) incrível! As crianças comeram hamburguer e estava igualmente bom. 

2 Indico fortemente também o Gold Rush Alaskan Bistro: brunch delicioso num clima de interior americano.


Mais uma noite em Seward e saímos em direção ao Denali National Park

A viagem é longa (cerca de 580 km!) e eu, sinceramente, não tinha me tocado da distância até estar com tudo reservado. Talvez fosse mais prudente, por causa das crianças, fazer uma parada em Anchorage, mas o fato é que não tínhamos tempo e por isso optamos por fazer uma pausa para um super passeio (abaixo) no caminho e dar uma quebrada na longa viagem. 

Mais à frente, paramos em Anchorage para o almoço e chegamos no finalzinho do dia (exaustos!) no Denali. Depois do almoço, de barriguinha cheia, as crianças dormiram o caminho todo, foi ótimo!

O super passeio desse dia foi um lindo voo de helicóptero até um glaciar, combinado com um passeio de dog sled (aqueles trenós puxados por cachorros) na neve. 

Esse passeio é maravilhoso, embora dure menos do que eu gostaria. Num piscar de olhos você está de volta e nem acredita que aquilo tudo foi verdade. Fizemos esse passeio com a Alpine Air, que fica em Girdwood, pertinho do Mt Alyeska. Deixamos um rim lá, mas foi um dos pontos altos da viagem e valeu cada centavo (de dólar, infelizmente!).


Aqui, de novo, a estrada é um passeio. 

Saindo de Girdwood, fomos até Anchorage vendo muuuuitas baleias pelo caminho, que é à beira-mar. Não pudemos parar porque a viagem era longa, mas foi incrível, porque na viagem de ida para Seward, fomos parando em todos os view points dessa estrada e nada de baleia, já na volta, era uma atrás da outra exibindo a cauda pra todo mundo ver. 

Depois, de Anchorage até o Denali, era moose pra todo lado, montanhas de neve, vegetação verde já ganhando toques de outono (já era praticamente setembro), uma pintura!

Nos hospedamos num chalé do McKinley Creekside Cabins, bem próximo da entrada do parque. O chalé era muito bom mesmo. Bem confortável, tinha uma cozinha bem completinha com microondas, geladeira e até cafeteira elétrica (e o café era fornecido por eles). 

Se eu soubesse que era tão bom, teria feito umas comprinhas no supermercado. O hotel tem seu próprio restaurante, um dos mais bem avaliados da região. No dia que chegamos, já pedimos nosso almoço do dia seguinte (numa sacolinha, tudo bem caprichado e gostoso). Pedimos só duas, pois tínhamos trazido muitas guloseimas, e foi suficiente para nossa família.


No dia seguinte, fizemos um passeio de shuttle bus no Denali (8 horas, ida e volta, até o Eielson Visitor Center). O dia estava lindo, vimos muitos animais – uns 20 ursos – e o melhor: o céu estava limpinho e conseguimos ver o Denali sem nenhuma nuvem na frente! 

A estrada do Denali continua depois do Eielson Visitor Center, e eu, certamente teria seguido em frente, mas os meninos não dariam conta de passar mais tempo no ônibus.

Depois de mais uma noite no Denali, voltamos para Anchorage e passamos uma noite por lá, antes de seguir viagem para Vancouver. 

Dormimos no Voyager Hotel. Bem localizado, foi uma ótima opção para nós. 

Demos uma passeada pela cidade e comemos um belo halibut com uma cerveja local no Anchorage Brewing Co, para nos despedirmos do Alasca em grande estilo!


Vancouver
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Depois dessa overdose de natureza, chegamos à linda Vancouver para a parte mais urbana da nossa viagem. Infelizmente foram apenas 3 (chuvosos) dias, mas deu pra ter uma ideia dessa incrível cidade.

Nos hospedamos num flat em West End, a 2 quadras de distância do Stanley Park, chamado Times Square. Não era barato, mas compensou mais, se comparado com opções que vimos de Airbnb. Eles têm uns apartamentos bem montados, com 2 dormitórios e uma boa cozinha, que foi utilizada no café da manhã e jantar. Em frente ao flat tem um supermercado e tem um Whole Foods (amo!) super pertinho.

No primeiro dia, por conta da previsão de chuva, fomos ao Science World, que é um museu de ciências super kids friendly. As crianças se divertiram bem por umas 2hs e então começou a bater a fome. 

Pegamos um aquabus (mini ônibus que circula na False Creek) – tem um ponto bem perto do museu, e fomos para o Granville Market almoçar. 

Lá tem infinitas possibilidades entre bons restaurantes e compras para um picnic, que pode ser realizado ali mesmo. Fomos de poutine e fish & chips + uma boa cerveja local. 


Mais tarde fizemos uma longa caminhada do Stanley Park até o Canada Place na beira mar. Esse é um passeio bem agradável e você fica observando os hidroaviões decolando e aterrizando (deu uma baita vontade de ir até Victoria com um deles). 

Achei o Canada Place meio sem-graça, mas a construção que o faz parecer um navio é interessante e tem ótimas opções para comer. Aproveitamos para, finalmente, experimentar o donut Boston Cream do Tim Hortons, que havia sido super recomendado e fez jus à fama! Delicioso!

No segundo dia, fizemos um super passeio de bicicleta no Stanley Park. Fiquei tão empolgada que não tirei fotos da bike, mas eles têm um esquema que transforma uma bike normal numa bike dupla. O banco de trás fica um pouco mais baixo e deu super certo pras nossas crianças, que já estão grandes pra ir na cadeirinha. Esse passeio de bike é longo (uns 6 km, acho que eles não dariam conta de ir pedalando por conta própria), mas é super recomendado. 

As vistas são lindas e o caminho é cheio de pontos de interesse. Alugamos as bikes numa das muitas lojas que existem ali por perto.

Logo que voltamos, a chuva deu uma apertada e aproveitamos para dar uma boa descansada. Mais tarde fomos no Fly Canada, que é uma experiência similar à Soarin, do Epcot Center.

Nossa ideia para o terceiro dia era fazer Capilano Suspension Bridge Park e Grouse Mountain, mas choveu demais e acabamos encurtando o passeio. Quando chegamos de ônibus no Capilano, quase voltamos porque caiu uma chuva forte mesmo, mas depois de alguns minutos deu uma aliviada, vestimos nossas capas de chuva e fomos em frente.

Adoramos o parque, a ponte é linda, mas é muito cheio de gente! Incrível que num dia como aquele tantas pessoas tenham tido a coragem de aparecer por lá e isso tira um pouco o encanto do lugar (afinal, nas fotos, a ponte está sempre vazia e mesmo você sabendo que é irreal, fica com aquela expectativa, né?). 

De qualquer forma, é um passeio bem bacana, os meninos curtiram a aventura. Almoçamos um bom hamburguer por lá mesmo e abortamos a Grouse Mountain quando a chuva apertou de novo. Acontece que, quando voltamos pra cidade, o céu milagrosamente se abriu e ficamos com aquele arrependimento. Tudo bem, Grouse Mountain ficou pra próxima.

Aproveitamos essa última tarde para passear pelo bairro e ir até English Bay, tirar fotos com as estátuas A-maze-ing Laughter (aqueles chineses rindo em diversas posições) e caminhar à beira mar. 



O último jantar foi escolhido por meu filho mais velho, que quis terminar essa viagem incrível num restaurante com sua comida preferida: a italiana.

Tínhamos uma expectativa bem alta em relação a Vancouver e, mesmo assim, fomos surpreendidos. A cidade é linda, as pessoas são super simpáticas (éramos parados na rua para receber dicas dos locais), e existem infinitas opções para crianças. 

Deu até vontade de morar lá! Já estamos programando uma volta no outono-inverno para ver a paisagem diferente!


Clique abaixo para assistir ao vídeo dos melhores momentos da nossa viagem ao Alasca:


Veja o vídeo com o resumo da nossa viagem de motorhome pelo Canadá e EUA:




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5 comentários:

  1. Olá! Os posts de vcs saõ sensacionais. Nossa viagem num rv da Cruise América iniciará na semana que vem pela Califórnia, de ponta a ponta passando pelo Yosemite e Lake Tahoe. Decidi escrever para vcs pq ainda nao consegui um esclarecimento nem da Cruise América e nem nos diversos blogs, fóruns que passei. A Cruise América proibe o uso de "cables chains" em caso de neve. Tb nao consegui descobrir se os pneus equipados são para neve. Penso nas situações onde a estrada ainda não foi limpa e é preciso chegar, de alguma forma, até uma área que seja possível parar. Passaram por algo assim ?

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    1. O que eles explicam é que o motorhome é pesado, e ele vai quebrando o gelo, Marco. Na Europa eles alugam winter tires e correntes, nós alugamos, mas nos EUA não. Se a coisa estiver feia, para no primeiro acostamento, a limpeza vem rápido!

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  2. adorei suas dicas e sua viagem Erika! estou mmontando meu roteiro pra la tbem! parabens!

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  3. Boa tarde, Marco!
    Meu nome é Ademar. Também acompanho esse excelente Blog do pequeno viajante, que é uma fonte de inspiração e detalhamento de viagens.
    Estive fazendo a viagem de motorhome entre 16 de dezembro de 2016 e 16 de janeiro de 2017.
    Estive em South Lake Tahoe e Yosemite. Pequei nevasca na estrada. Porém, existe barreiras de fiscalização acerca das correntes. Eles orientam e até mesmo proibem de continuar a viagem sem as correntes. Além de serem pela Cruise América, não vi nenhum motorhome utilizando. Dependendo da situação, o melhor é verificar as condiçoes das estradas (caltrans). No meu caso, como tinha tempo, tive que voltar no meio do caminho e ficar na cidade de Carson (South Lake Tahoe) e o mesmo ocorreu em Yosemite. Mas com paciencia e planejamento consegui visitar os dois locais. OBS: para quem nunca viu neve é uma experiência impar. Breve estarei postando o relato de minha viagem no blog. Estibve em Nevada, Utah, Arizona e toda Costa da California (de Scotia até San Diego).

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    1. Em Yosemite e Tahoe eles realmente não permitem entrar sem correntes e, como as locadoras não permitem o uso desses equipamentos nos RVs, o jeito é esperar a nevasca passar ou ir de excursão/carro.

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